ETA

Advogado de alegados terroristas quer evitar extradição para Espanha


 

Lusa / AO online   Nacional   11 de Jan de 2010, 10:48

O advogado de defesa dos dois espanhóis suspeitos de pertencerem ao grupo terrorista ETA, que estão à guarda da Polícia Judiciária (PJ), disse esta segunda-feira à Lusa que pretende evitar a extradição dos seus clientes para Espanha.
José Galamba, que aguarda à porta do Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa, a chegada dos dois arguidos para serem ouvidos pelo juiz, afirmou ainda que não falou com o casal suspeito de pertencer à ETA.

Os dois presumíveis "etarras", Garikoitz García Arrieta e Iratxe Yáñez Ortiz de Barron, foram detidos no domingo, em Moncorvo. Sobre ambos pendem suspeitas de desobediência às autoridades portuguesas, furto de veículo e posse de armas.

José Galamba foi contactado no domingo à noite por Edurne Iriondo, "colega advogada do país Basco", para defender os dois espanhóis, dado que já tinha defendido Tellechea Maia, há 10 anos atrás.

Para o advogado, este caso tem contornos políticos, pelo que pretende evitar que o casal seja extraditado para Espanha.

"Do ponto de vista jurídico, nenhum dos crimes de que alegadamente os meus clientes possam vir a ser acusados em Portugal apresentam situação de extradição", defendeu.

José Galamba disse ainda que, "até agora, é tudo especulação", porque ainda não teve acesso ao processo.

Segundo fonte judicial, os presumíveis "etarras" irão ser ouvidos hoje pelas autoridades portuguesas sobre os crimes de que são suspeitos, antes de ter início qualquer processo de extradição para Espanha.

Em comunicado, o Ministério do Interior espanhol explicou que esta operação teve início na noite de sábado, quando as autoridades espanholas detiveram uma carrinha com explosivos junto à fronteira com Portugal. O advogado de defesa dos dois espanhóis suspeitos de pertencerem ao grupo terrorista ETA, que estão à guarda da Polícia Judiciária (PJ), disse hoje à Lusa que pretende evitar a extradição dos seus clientes para Espanha.

José Galamba, que aguarda à porta do Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa, a chegada dos dois arguidos para serem ouvidos pelo juiz, afirmou ainda que não falou com o casal suspeito de pertencer à ETA.

Os dois presumíveis "etarras", Garikoitz García Arrieta e Iratxe Yáñez Ortiz de Barron, foram detidos no domingo, em Moncorvo. Sobre ambos pendem suspeitas de desobediência às autoridades portuguesas, furto de veículo e posse de armas.

José Galamba foi contactado no domingo à noite por Edurne Iriondo, "colega advogada do país Basco", para defender os dois espanhóis, dado que já tinha defendido Tellechea Maia, há 10 anos atrás.

Para o advogado, este caso tem contornos políticos, pelo que pretende evitar que o casal seja extraditado para Espanha.

"Do ponto de vista jurídico, nenhum dos crimes de que alegadamente os meus clientes possam vir a ser acusados em Portugal apresentam situação de extradição", defendeu.

José Galamba disse ainda que, "até agora, é tudo especulação", porque ainda não teve acesso ao processo.

Segundo fonte judicial, os presumíveis "etarras" irão ser ouvidos hoje pelas autoridades portuguesas sobre os crimes de que são suspeitos, antes de ter início qualquer processo de extradição para Espanha.

Em comunicado, o Ministério do Interior espanhol explicou que esta operação teve início na noite de sábado, quando as autoridades espanholas detiveram uma carrinha com explosivos junto à fronteira com Portugal.

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