Açores têm em média 13 novos casos de cancro infantil por ano

Açores têm em média 13 novos casos de cancro infantil por ano

 

Lusa/AO online   Regional   15 de Fev de 2018, 16:59

Os Açores têm, em média, 13 novos casos de cancro infantil por ano e o número tem vindo a aumentar ligeiramente, revelou esta quinta-feira o secretário regional da Saúde, Rui Luís.

"Temos uma média de 13 novos cancros em crianças a aparecerem todos os anos. A nível nacional, são entre 400 a 450", adiantou o governante, acrescentando que os tipos de cancro mais frequentes são "leucemia, tumor cerebral e linfoma".

Rui Luís falava, em declarações aos jornalistas, à margem de uma visita ao serviço de pediatria do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, onde entregou dois tablets, para assinlar o Dia Internacional da Criança com Cancro.

"É uma realidade que, por vezes, é dura para as famílias e aquilo que nós pretendemos é tornar o espaço onde as crianças vão com frequência, porque têm de fazer tratamentos todas as semanas, um pouco mais familiar", salientou.

Segundo o secretário regional da Saúde, atualmente há 10 crianças açorianas em tratamento, nos três hospitais da região ou no Instituto Português de Oncologia (IPO) no Porto e em Lisboa, mas o número de casos tem vindo a aumentar "à volta de 1% todos os anos".

A pediatria é uma das especialidades com carência de médicos a nível nacional, o que também se reflete nos Açores, segundo Rui Luís.

Os três hospitais da região têm atualmente 24 pediatras, mas o executivo açoriano pretende que as unidades obtenham idoneidade formativa em conjunto, para atrair mais especialistas desta área.

"Temos uma proposta para a Ordem dos Médicos para que haja uma evolução no sentido de os Açores terem uma idoneidade no seu conjunto e, portanto, ser mais fácil entre os três hospitais nós fazermos a formação dos médicos, porque nós sabemos que, ao formar mais médicos nos Açores, mais há probabilidade de eles se fixarem", frisou.

"Temos uma média de 13 novos cancros em crianças a aparecerem todos os anos. A nível nacional, são entre 400 a 450", adiantou o governante, acrescentando que os tipos de cancro mais frequentes são "leucemia, tumor cerebral e linfoma".

Rui Luís falava, em declarações aos jornalistas, à margem de uma visita ao serviço de pediatria do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, onde entregou dois tablets, para assinlar o Dia Internacional da Criança com Cancro.

"É uma realidade que, por vezes, é dura para as famílias e aquilo que nós pretendemos é tornar o espaço onde as crianças vão com frequência, porque têm de fazer tratamentos todas as semanas, um pouco mais familiar", salientou.

Segundo o secretário regional da Saúde, atualmente há 10 crianças açorianas em tratamento, nos três hospitais da região ou no Instituto Português de Oncologia (IPO) no Porto e em Lisboa, mas o número de casos tem vindo a aumentar "à volta de 1% todos os anos".

A pediatria é uma das especialidades com carência de médicos a nível nacional, o que também se reflete nos Açores, segundo Rui Luís.

Os três hospitais da região têm atualmente 24 pediatras, mas o executivo açoriano pretende que as unidades obtenham idoneidade formativa em conjunto, para atrair mais especialistas desta área.

"Temos uma proposta para a Ordem dos Médicos para que haja uma evolução no sentido de os Açores terem uma idoneidade no seu conjunto e, portanto, ser mais fácil entre os três hospitais nós fazermos a formação dos médicos, porque nós sabemos que, ao formar mais médicos nos Açores, mais há probabilidade de eles se fixarem", frisou.



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