Uma pessoa minha amiga, que vive em Lisboa, referiu-me, em tom crítico, há algum tempo atrás, uma resposta que obteve de um vizinho seu, sobre as suas férias nos Açores. Disse-lhe, que tinha gostado e adiantou, que tinha pena de só, agora, lá ter ido, quando aquilo, ao fim e ao cabo “é nosso”. Não pense, que é a única pessoa a pensar desta forma, devem ser milhões a pensar o mesmo, trata-se, obviamente,...
“É nosso”!
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