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Abbas El Fassi nomeado primeiro-ministro de Marrocos
Internacional | 2007-09-19 20:24
O rei Mohamed VI de Marrocos designou hoje como novo primeiro-ministro Abbas El Fassi, líder do partido nacionalista Istiqlal, vencedor das legislativas de 07 de Setembro, anunciou o palácio real.
“O rei Mohamed VI recebeu hoje à tarde no palácio real de Rabat Abbas el Fassi, que o soberano nomeou primeiro-ministro”, indica um comunicado do palácio.
Segundo o artigo 24 da Constituição, “o rei nomeia o primeiro-ministro. E, por proposta do primeiro-ministro, nomeia os outros membros do governo”.
Com 52 mandatos no Parlamento, o Istiqlal, criado em 1944, venceu as legislativas de 07 de Setembro, à frente dos islamitas moderados do Partido da Justiça e Desenvolvimento (PJD, 46 lugares) e do Movimento Popular (MP, 41 deputados).
Abbas El Fassi, advogado e antigo embaixador de Marrocos na Tunísia e em França, nasceu em Berkane, nordeste de Marrocos, a 18 de Setembro de 1940.
Em 1961 foi eleito presidente da União Geral de Estudantes de Marrocos e, em 1971 ascendeu ao cargo de secretário-geral da Liga Marroquina dos Direitos Humanos.
Em 1974, foi nomeado membro da Comissão Executiva do Istiqlal e, entre 1977 e 1981, foi ministro da Habitação e da Administração Territorial. De 1985 a 1990 foi ministro do Artesanato e dos Assuntos Sociais, sendo depois enviado para Tunis como embaixador.
Entre 1990 e 1994, foi embaixador do seu país em França e, em 1998, foi eleito por unanimidade secretário-geral do Istiqlal.
Em 2000, com o governo de Driss Jettou, foi nomeado ministro do Emprego, Formação Profissional e do Desenvolvimento Social e Solidariedade, sendo desde 2002 ministro de Estado sem pasta.
Em 2004, o rei Mohamed VI deu a entender num discurso que, após as eleições de 2007, escolheria um primeiro-ministro saído do partido vencedor.
Após as eleições de 2002, o monarca nomeou para o posto de primeiro-ministro o tecnocrata independente Driss Jettou, depois de a União Socialista das Forças Populares (USFP) ter sido o partido mais votado, com 50 deputados.
Segundo o artigo 24 da Constituição, “o rei nomeia o primeiro-ministro. E, por proposta do primeiro-ministro, nomeia os outros membros do governo”.
Com 52 mandatos no Parlamento, o Istiqlal, criado em 1944, venceu as legislativas de 07 de Setembro, à frente dos islamitas moderados do Partido da Justiça e Desenvolvimento (PJD, 46 lugares) e do Movimento Popular (MP, 41 deputados).
Abbas El Fassi, advogado e antigo embaixador de Marrocos na Tunísia e em França, nasceu em Berkane, nordeste de Marrocos, a 18 de Setembro de 1940.
Em 1961 foi eleito presidente da União Geral de Estudantes de Marrocos e, em 1971 ascendeu ao cargo de secretário-geral da Liga Marroquina dos Direitos Humanos.
Em 1974, foi nomeado membro da Comissão Executiva do Istiqlal e, entre 1977 e 1981, foi ministro da Habitação e da Administração Territorial. De 1985 a 1990 foi ministro do Artesanato e dos Assuntos Sociais, sendo depois enviado para Tunis como embaixador.
Entre 1990 e 1994, foi embaixador do seu país em França e, em 1998, foi eleito por unanimidade secretário-geral do Istiqlal.
Em 2000, com o governo de Driss Jettou, foi nomeado ministro do Emprego, Formação Profissional e do Desenvolvimento Social e Solidariedade, sendo desde 2002 ministro de Estado sem pasta.
Em 2004, o rei Mohamed VI deu a entender num discurso que, após as eleições de 2007, escolheria um primeiro-ministro saído do partido vencedor.
Após as eleições de 2002, o monarca nomeou para o posto de primeiro-ministro o tecnocrata independente Driss Jettou, depois de a União Socialista das Forças Populares (USFP) ter sido o partido mais votado, com 50 deputados.
Lusa / AO online
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