Madeira obrigada a vender participação nos clubes de futebol e não pode criar novas empresas e PPP
Economia | 2012-01-27 20:50
De acordo com o programa de ajustamento assinado com entre a região e a República Portuguesa, a Madeira terá de apresentar um relatório pormenorizado com as caraterísticas organizacionais e financeiras do setor empresarial da região até ao final do primeiro trimestre e fica ainda proibido de criar novas empresas e Parcerias Publico-Privadas (PPP).
Para além disso, será seguido um plano de privatizações, onde se encontram as participações em sociedades desportivas – como é caso do Marítimo por exemplo – para obter uma receita de pelo menos 25 milhões de euros.
Para além da venda de participações, o Governo regional terá ainda de encerrar empresas, outras serão reestruturadas e “a região vincula-se a não criar quaisquer empresas públicas durante a vigência do programa”.
O Executivo liderado por Alberto João Jardim fica ainda proibido de lançar novas Parcerias Público-Privadas até que seja finalizada a revisão das PPP existentes e as reformas legais e institucionais propostas.
Lusa/Aonline
0 Comentário(s)
Para fazer comentários no Açoriano Oriental online basta registar-se.
O registo é gratuito.









