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Dois meses após abalo situação é "mais calma" no Haiti
Internacional | 2010-03-11 11:03
Dois meses após o sismo que abalou o Haiti, a situação é "mais calma" e as necessidades mudaram. Da fase de emergência e hospitalar passou-se para o acompanhamento dos campos de deslocados.
"As necessidades neste momento passam por garantir que as populações deslocadas continuam a ter acesso aos bens essenciais, ao nível da saúde, comida, protecção, segurança e educação", disse à Agência Lusa a técnica do departamento internacional da Assistência Médica Internacional (AMI), Marta Andrade.
A 12 de Janeiro, um terramoto de 7,3 de magnitude na escala de Richter atingiu a capital haitiana e causou cerca de 222 500 mortos e afectou 3,5 milhões de pessoas. Estima-se que 60 por cento dos edifícios de Port-au-Prince, muitos dos quais estruturas de serviço público (escolas e hospitais), tenham sido destruídos.
A 12 de Janeiro, um terramoto de 7,3 de magnitude na escala de Richter atingiu a capital haitiana e causou cerca de 222 500 mortos e afectou 3,5 milhões de pessoas. Estima-se que 60 por cento dos edifícios de Port-au-Prince, muitos dos quais estruturas de serviço público (escolas e hospitais), tenham sido destruídos.
Lusa / AO online
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