Voto do CDS-PP no Plano dos Açores para 2015 depende da aceitação das suas proposta

Voto do CDS-PP no Plano dos Açores para 2015 depende da aceitação das suas proposta

 

Lusa/AO Online   Regional   21 de Nov de 2014, 13:02

O líder do CDS-PP/Açores disse hoje que a orientação de voto do partido em relação ao Plano e Orçamento da região para 2015 depende da aceitação, pela maioria socialista, de propostas que vai apresentar, prometendo agir "em conformidade".

Artur Lima foi hoje à Presidência do Governo dos Açores, em Ponta Delgada, apresentar ao presidente Vasco Cordeiro um conjunto de propostas, o que este aplaudiu, elogiando a postura do partido e admitindo que várias delas estão "em linha" com as opções governamentais.

O CDS-PP, “não prescindindo do seu direito de crítica à política do Governo Regional", "não abdica também do seu direito de fazer propostas que sejam úteis aos açorianos”, disse Artur Lima, no final do encontro com Vasco Cordeiro.

O dirigente do CDS-PP revelou que apresentou várias propostas na área do ambiente, agricultura e da economia, algumas das quais potenciadoras de emprego, para além da área social e saúde.

“Na área social, apresentámos algumas propostas, com destaque para o complemento nos apoios aos doentes oncológicos deslocados, uma proposta justa e inovadora ”, defendeu.

Nesse contexto, Artur Lima sublinhou que as propostas do CDS-PP materializadas nos anos anteriores contribuíram para “melhorar substancialmente” a diária dos doentes açorianos deslocados.

O presidente do Governo Regional considerou, por seu turno, que algumas propostas avançadas pelo CDS-PP estão “em linha” com a estratégia do executivo.

“Posso dizer, de uma forma muito sumária, porque haverá ainda uma análise mais detalhada [no parlamento regional, na próxima semana] que, efetivamente, algumas delas estão em linha de conta com aqueles que são os principais desafios com que, na nossa leitura, os Açores são confrontados”, declarou.

Vasco Cordeiro congratulou-se com a “disponibilidade efetiva” do CDS para “articular com o Governo Regional propostas que possam melhorar" o Plano e o Orçamento de 2015 dos Açores, ao contrário do que acontece com outros partidos da oposição.

Destacando que o executivo tem o apoio de uma maioria absoluta do PS no parlamento regional, não precisando do apoio de outras forças políticas para viabilizar os documentos orçamentais, sublinhou que quer que os mesmos sejam “os melhores possíveis” para a região e para os açorianos.

“Estamos aqui como sempre estivemos, disponíveis e interessados em conversar com quem connosco quer conversar para, efetivamente, melhorar estes documentos e dar sempre um sinal de vontade e disponibilidade para vencer os principais desafios com que os Açores são confrontados”, frisou.

Vasco Cordeiro ressalvou que apenas no parlamento será possível considerar se “todas as propostas são possíveis”, frisando que “também pode acontecer que nenhuma dessas propostas seja possível” ou que só “algumas são possíveis”.

 


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