Vasco Garcia não se demite da direção dos bombeiros de Ponta Delgada

Vasco Garcia não se demite da direção dos bombeiros de Ponta Delgada

 

Cristina Pires/AO Online   Regional   11 de Jul de 2014, 11:41

Vasco Garcia, o Presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Ponta Delgada (AHBVPD), não se demite do cargo, apesar da pressão de um grupo que classifica de "minoritário" da corporação.

Em declarações ao Programa "Sexta Há Conversa" da  Rádio Açores TSF, Vasco Garcia, esclarece desde logo, que quem tem competência para exigir a sua demissão são os sócios da associação, acrescentando que não existe qualquer paralisação. 

 "A posição assumida por um grupo minoritário de bombeiros da AHBVPD configura uma coacção inadmissível e violadora dos Estatutos e da Lei, quer em relação à Direção e o seu Presidente, quer na recusa eventual do cumprimento de tarefas cometidas pelo Comando ou a Direção aos bombeiros (incluindo a prestação de serviços) que cai na alçada da desobediência e é punível com as sanções adequadas. De resto, afirma todas as tarefas decorreram e decorrem normalmente, como seria de esperar" 

Questionado sobre o que poderá estar na origem do protesto, Varco Garcia, diz que só encontra uma explicação"alguma ações que a direcção foi obrigada a tomar para disciplinar a forma de funcionamento, não só do corpo de bombeiros, mas também da associação em geral e que deram origem a inquéritos, sendo que um deles resultou num processo disciplinar que terminou num despedimento por justa causa. Situação que terá colocado  algumas pessoas à defesa, receosas do que lhes pode acontecer, mas isso decorre da lei". 

Quanto ao clima de medo que ontem a porta voz do protesto, Teresa Ferreira, afirmou existir "diaramente no quartel", Garcia não só refuta a acusação como a considera insultuosa. 

O presidente da Direção da AHBVPD, nega ainda a intenção de despedir  atual Comandante da Corporação Emanuel Sousa, dizendo que ela "cai pela base, quando se sabe que tal só é possível no seguimento de processo disciplinar fundamentado e instaurado pela Direcção e não pelo seu Presidente". 

 Vasco Garcia, rejeita também,  que haja ou alguma vez tenha havido "a miníma interferência, direta, ou indireta, do Governo dos Açores ou das Autarquias de Ponta Delgada e Lagoa na gestão conduzida pela Direçãoda AHBVPD". 


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