Valor das casas aumenta 3 euros de agosto para setembro

Valor das casas aumenta 3 euros de agosto para setembro

 

Lusa/AO online   Economia   24 de Out de 2016, 11:22

O valor médio de avaliação bancária em Portugal fixou-se nos 1.076 euros por metro quadrado em setembro, mais 0,3%, ou três euros, face a agosto e de 3,6% em termos homólogos, divulgou o INE.

 

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), o crescimento mensal do valor médio de avaliação bancária, realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação, traduz acréscimos em cinco das sete regiões NUTS II e decréscimos de 0,1% no Algarve e de 0,9% nos Açores.

Já em termos homólogos, a região Norte (950 euros/m2) e a Área Metropolitana de Lisboa (1.306 euros/m2), com aumentos de 4,7% e 2,6%, respetivamente, foram “decisivas” para o resultado agregado.

Numa análise por tipologia de habitação, verifica-se que nos apartamentos todas as regiões NUTS II, exceto os Açores, registaram acréscimos do valor médio de avaliação bancária face ao mês anterior, conduzindo a um aumento de 0,5% do valor agregado, para 1.123 euros/m2.

Em comparação com setembro de 2015, o valor médio de avaliação dos apartamentos aumentou 3,0% (variação de 2,8% em agosto).

De acordo com o INE, as tipologias de apartamentos T2 e T3 registaram valores médios de avaliação de, respetivamente, 1.108 euros/m2 e 1.049 euros/m2, o que face ao mês anterior representa um aumento de oito euros/m2 e de três euros/m2, pela mesma ordem.

Já nas moradias, o valor médio de avaliação bancária situou-se em 1.001 euros/m2 em setembro, mais dois euros/m2 face a agosto (variação de 0,2%) e mais 4,5% em termos homólogos (variação idêntica à observada em agosto).

As moradias de tipologia T3 registaram um aumento de nove euros/m2 do seu valor de avaliação, para 980 euros/m2, enquanto a tipologia T4 sofreu uma diminuição de três euros/m2, para 1.007 euros/m2.

Face a agosto, e tendo por referência a média do país, a análise por NUTS II dos índices do valor médio de avaliação bancária evidencia acréscimos em 11 das 25 regiões analisadas, com as Terras de Trás-os-Montes a registarem o aumento mais acentuado (3,7%) e o Alto Tâmega a diminuição mais intensa (-4,3%), fixando-se os índices relativos destas regiões nos 76% e 78%, respetivamente.


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