União Europeia não é um 'pai' a quem se vai pedir 'esmolas' (vídeo)

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Lusa/Açoriano Oriental   Regional   12 de Mai de 2017, 17:46

O professor e político açoriano, Jaime Gama, considera que a União Europeia (UE) não deve ser vista como um 'pai' a quem se vai pedir 'esmolas' para prolongar uma situação de bem-estar "sem os meios reais" que o justifiquem.

“É preciso ser-se rigoroso e ter uma noção clara que só com a performance adequada e credível é que também se é capaz de ganhar argumento para influenciar a política conjunta da União Europeia”, disse Jaime Gama, defendendo ainda que “para uma saída equilibrada nos grandes desafios que se põem à União Europeia, é necessário haver um entendimento entre os países que são contribuintes líquidos e os países que são recebedores de transferências”. Ou seja, entre os países mais ricos e mais pobres da União Europeia.

Jaime Gama falava na primeira conferência organizada este ano pelo Açoriano Oriental e que teve ontem lugar no Terceira Mar Hotel, em Angra do Heroísmo, com o tema “Os Grandes Desafios da União Europeia”. Na sua longa carreira política, feita fora dos Açores, onde nasceu há 69 anos na Fajã de Baixo, na ilha de São Miguel, Jaime Gama foi Presidente da Assembleia da República, foi ministro dos Negócios Estrangeiros, da Defesa e da Administração Interna e foi fundador do Partido Socialista.

 

Leia a reportagem na íntegra no Açoriano Oriental de Sexta-Feira , dia 12 de maio de 2017


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