UGT disponível para ajudar Governo a procurar soluções de crescimento económico

UGT disponível para ajudar Governo a procurar soluções de crescimento económico

 

Lusa/AO online   Regional   22 de Out de 2012, 16:47

O presidente da UGT/Açores, Francisco Pimentel, manifestou esta segunda-feira disponibilidade para procurar "em diálogo" com o próximo executivo regional "soluções que consubstanciem políticas de crescimento económico", sem as quais se assistirá ao agravamento do desemprego no arquipélago.

“Não combateremos o desemprego e, muito menos, o desemprego jovem, se não encontrarmos políticas de crescimento económico”, afirmou Francisco Pimentel, que falava numa conferência de imprensa em Ponta Delgada para anunciar as prioridades da UGT face ao aumento da austeridade perspetivado pela proposta de Orçamento de Estado (OE) para 2013.

Francisco Pimentel responsabilizou o próximo Governo Regional, que será presidido pelo socialista Vasco Cordeiro, por “salvaguardar" o que já foi adquirido pela Região, nomeadamente no que se refere à diferenciação fiscal e a subsídios e remunerações compensatórias, mas assegurou que estará ao lado do executivo na defesa de medidas que possam minimizar os impactos da crise no arquipélago.

Nesse sentido, o presidente da UGT/Açores afirmou que a central sindical será “um interlocutor sério, consequente, para encontrar dentro da ‘canadinha’(caminho estreito) que nós temos as possibilidades de acautelar os impactos económicos e financeiros de uma crise que é nacional".

O combate ao desemprego e às desigualdades sociais, a defesa da empregabilidade dos jovens e o desenvolvimento económico sustentado estão entre as prioridades da UGT/Açores, propondo Francisco Pimentel ”a revisão dos programas do Quadro Comunitário de Apoio no sentido de canalizar parte substancial das verbas para investimento reprodutivo”.

Relativamente à proposta de OE2013 apresentada pelo Governo da República, Francisco Pimentel referiu que a UGT/Açores “reserva o direito de apelar ao Tribunal Constitucional para analisar a eventual inconstitucionalidade de algumas das suas normas”.


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