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Triunfo difícil na Figueira da Foz

Triunfo difícil na Figueira da Foz

 

Lusa/Aonline   Futebol   14 de Ago de 2010, 22:07

Um golo de Hulk aos 83 minutos, com um “tiro” da marca de grande penalidade, deu ao FC Porto a vitória por 1-0 no terreno da Naval, na primeira jornada da Liga de futebol
Os primeiros 45 minutos foram jogados de forma repartida pelas duas equipas, que então praticaram um futebol “acinzentado” e sem grandes oportunidades de golo, embora sempre de olhos nas balizas.
Mas o segundo foi mais movimentado, com as duas equipas a bateram-se bem, tendo o FC Porto, terceiro classificado no último campeonato e vencedor da Taça de Portugal, acabado por ser mais feliz, vencendo, graças a uma grande penalidade, uma partida em que já se “cheirava” o empate.
O treinador da Naval, Victor Zvunka, optou por um 4x2x3x1, fazendo alinhar inicialmente seis jogadores contratados esta temporada: Salin, Previtali, João Pedro, Hugo Machado, Jonathas e Rogério Conceição.
Por sua vez, o técnico portista, André Vilas-Boas, seguiu a máxima de que em equipa que ganha não se mexe e fez alinhar o mesmo onze que há uma semana vencera o campeão Benfica por 2-0 na Supertaça.
A formação da casa, jogando com o vento pelas costas, iniciou a partida numa toada atacante e, nos primeiro e quinto minutos, Hugo Machado e Marinho criaram lances de perigo, que o guarda-redes Helton resolveu.
O FC Porto “esticou-se” no terreno e ao minuto 17 um corte de Lupède, a evitar a incursão de Falcão, deixou algumas dúvidas.
Dúvidas repetidas quatro minutos volvidos, quando Álvaro Pereira desarmou João Pedro no interior da área, num lance em que o jogador da casa ficou estatelado e os figueirenses reclamaram grande penalidade.
Na segunda metade, na passagem do minuto 60, Salin mostrou todos os seus recursos, ao “voar” e desviar a bola para canto, num lance em que os espectadores já gritavam golo.
O avançado brasileiro Hulk, o mais perigoso jogador dos “dragões” na Figueira da Foz, desperdiçou boa ocasião de marcar aos 69 minutos, mas aos 78 Previtali falhou o lance mais claro do jogo, quando, isolado frente a Helton, demorou e deixou-se desarmar por Álvaro Pereira.
Ao minuto 83 aconteceu o momento do jogo. Num lance aparentemente resolvido, Jonathas, na grande área, deixou escapar a bola e tocou-a com a mão, com o árbitro Paulo Batista a não hesitar na decisão de assinalar grande penalidade. Hulk foi chamado à cobrança e lançou uma “bomba” às redes da Naval.

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