Transporte de mercadorias por barco cresce no terceiro trimestre


 

Lusa/AO online   Economia   29 de Nov de 2011, 10:49

O transporte de mercadorias por via marítima cresceu no terceiro trimestre deste ano face ao mesmo período do ano passado, enquanto o transporte nos comboios e por avião diminuiu, divulgou o INE.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística, o transporte de mercadorias por via marítima cresceu 8,5 por cento nos portos do continente.

No terceiro trimestre de 2011, a entrada de embarcações entradas nos portos do continente aumentou tanto em volume de carga como na tonelagem de mercadorias, com acréscimos de 1,5 por cento e 8,5 por cento, respectivamente, face ao período homólogo de 2010.

Em relação ao transporte ferroviário, e no mesmo período, o número de passageiros transportados situou-se em 36,1 milhões de passageiros, tendo registado uma diminuição de 3,3 por cento, refere o documento de INE.

A rede suburbana foi a mais representativa, ao transportar cerca de 32 milhões de passageiros, ou seja, 88 por cento do total, embora também tenha apresentado um decréscimo homólogo de 3,2 por cento.

No mesmo período, registou-se igualmente uma diminuição de 3,7 por cento no transporte interurbano, rede que foi responsável pelo transporte de 4,2 milhões de passageiros no trimestre.

O tráfego internacional foi o que apresentou a maior descida face ao período homólogo do ano anterior, com uma diminuição de 5,9 por cento, tendo transportado 48 mil passageiros no trimestre em análise.

O transporte por avião também aumentou, quer em termos de passageiros (mais 5 por cento, para 10,4 milhões) quer de número de aviões aterradas (mais 3,2 por cento, para 45,6 mil), mas o movimento de carga e correio aeroportuário diminuiu 1,6 por cento, totalizando 38,3 mil toneladas.

De acordo com o INE, todos os principais aeroportos nacionais registaram aumento no número de passageiros, continuando o aeroporto Francisco Sá Carneiro

(Porto) a apresentar o maior crescimento: 11,5 por cento.

Dos restantes aeroportos, Lisboa foi o que apresentou a maior subida: 4,4 por cento, seguindo-se o de Faro (mais 2,2 por cento) e da Madeira (mais 2,1 por cento).

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