Transportes marítimos

Transporte de mercadorias para a Graciosa regularizado

Transporte de mercadorias para a Graciosa regularizado

 

Lusa / AO online   Regional   6 de Jul de 2010, 17:15

A secretaria regional da Economia assegurou esta terça-feira ter "recebido garantias da regularização, na próxima semana", do transporte marítimo de mercadorias para a Graciosa, depois de uma avaria no navio S.Rafael, ter impedido a escala prevista para esta semana.
O presidente do Núcleo Empresarial da ilha, Carlos Brum, adiantou que o navio da Boxlines deveria fazer escala na ilha esta quinta-feira, como é habitual de "15 em 15 dias".

"Mas, na segunda-feira tive conhecimento que a carga não estava a ser feita nos transitários porque o barco não iria escalar a Graciosa na sua viagem normal”, disse Carlos Brum, alertando que a situação "penaliza" o comércio local e turismo da ilha.

Segundo o dirigente, "o barco escala a Graciosa de 15 em 15 dias e ao falhar uma viagem normal é grave", numa altura em que a ilha "recebe muitos turistas e emigrantes e os comerciantes mandam vir do continente uma série de bens".

Carlos Brum disse, no entanto, já ter "recebido a garantia da secretaria regional da Economia de que na próxima semana o barco escala a ilha".

Numa carta enviada esta terça-feira ao Núcleo Empresarial da ilha Graciosa, o Secretário Regional da Economia adianta que "os contactos com o armador iniciaram-se assim que foi conhecida a avaria no navio S. Rafael" para “garantir a menor perturbação para os empresários graciosenses”.

"A Secretaria Regional da Economia tem vindo a acompanhar, em conjunto com o armador Boxlines, a situação provocada por uma avaria no navio S. Rafael, que impediu a realização de uma escala prevista para o Porto da Praia da Graciosa, tendo já recebido garantias da sua regularização durante a próxima semana", refere uma nota.

Assim, "no decurso desses contactos, foi garantido que o transporte de mercadorias para a Graciosa será assegurado pela Boxlines, mesmo na eventualidade de ser necessário recorrer a outros meios alternativos", acrescenta a secretaria.

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