Sociedade de gestão ambiental nos Açores cria loja 'online'

Sociedade de gestão ambiental nos Açores cria loja 'online'

 

AO/Lusa   Regional   9 de Jan de 2016, 10:30

Os Açores vão dispor, a partir deste ano, da primeira loja 'online' para venda de produtos já comercializados nos 16 centros de interpretação ambiental existentes nas nove ilhas, para conquistar mais público e promover valores naturais.

 

"Estamos a refazer o 'site' dos parques naturais, que vai incluir a loja 'online'. Pensamos no primeiro trimestre já ter a loja a funcionar", disse à agência Lusa a presidente do conselho de administração da Sociedade de Gestão Ambiental e Conservação da Natureza (Azorina).

Andrea Porteiro adiantou que, atualmente, as lojas nos 16 centros de interpretação ambiental, bem como os quiosques da Associação Regional para o Desenvolvimento e as Pousadas da Juventude, já vendem os produtos de "merchandising" da Azorina.

"Nós vendemos alguns materiais de apoio aos visitantes que vão para o terreno, desde o cantil aos livros para fazer registos. Temos 't-shirts', os guias dos parques, marcadores de livros e canecas", disse Andrea Porteiro, acrescentando que todo o material à venda visa sensibilizar e passar uma mensagem de proteção ambiental.

A primeira loja na Internet para venda de produtos da Azorina estará disponível no endereço http://parquesnaturais.azores.gov.pt.

"Temos uma função de promoção dos valores naturais. Só promover cá dentro é pouco. Temos de promover fora para que aqueles que depois nos visitam venham cá ter conscientes do que vão fazer, ver e encontrar", disse a administradora da Azorina.

Andreia Porteiro foi, recentemente, convidada pelo Governo Regional dos Açores para cumprir o seu terceiro mandato à frente da empresa pública.

A Região Autónoma dos Açores detém 100% do capital social da Azorina, empresa criada em 2010 e que dois anos depois se fundiu com outras duas entidades ligadas à proteção e gestão ambiental.

Esta sociedade de gestão ambiental, com 112 funcionários e património avaliado em 19 milhões de euros, é responsável pelos centros de interpretação ambiental nos Açores, ecotecas e parques naturais de ilha, tendo ainda a seu cargo a gestão de áreas protegidas e, desde 2014, a fileira florestal.

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