Sete organizações sindicais vão hoje ao ministério discutir problemas na colocação de professores

Sete organizações sindicais vão hoje ao ministério discutir problemas na colocação de professores

 

Lusa/AO Online   Nacional   23 de Out de 2014, 09:12

O novo secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, Fernando Egídio Reis, tem esta quinta-feira a sua primeira reunião com sete organizações sindicais da educação para discutir os problemas com a colocação de docentes.

 

A reunião foi solicitada pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Associação Sindical dos Professores Licenciados (ASPL), Sindicato dos Educadores e Professores Licenciados pelas Escolas Superiores de Educação e Universidades (SPLEU), Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE), Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE), Sindicato dos Educadores e Professores do Ensino Básico (SIPPEB) e Sindicato Nacional dos Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades (SPLIU).

“Se, em relação aos concursos, esta reunião poderá possibilitar parte do pretendido, ficando ainda por agendar a reunião solicitada à DGAE [Direção-Geral da Administração Escolar], a divulgação da proposta de OE [Orçamento do Estado] para 2015 e o novo e fortíssimo corte que nela se prevê para a Educação, estas organizações sindicais exigem que neste dia 23 ou em data próxima, se realize uma reunião com a presença do Ministro Nuno Crato”, lê-se num comunicado da Fenprof.

Também em comunicado, a Federação esclarece que será entregue um pedido formal de reunião ao ministro Nuno Crato.

“Depois de cortes sucessivos que já ultrapassam os 1.500 Milhões de euros, uma redução de 704 Milhões de euros que consequências terá no setor? Quais as medidas que permitirão concretizar esse corte”, questionou a federação sindical.

Na reunião em que também estará presente o secretário de Estado da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, a Fenprof pretende também “formalizar a abertura de negociações com vista à alteração do regime de concursos, causa principal dos inúmeros problemas que surgiram”.

Para além da falta de professores que ainda se sente em algumas escolas, a Fenprof quer discutir com o Governo os erros nos concursos de mobilidade interna (para os professores dos quadros) e de contratação inicial, e as atividades de compensação para os alunos ainda sem aulas devido aos problemas com a Bolsa de Contratação de Escola.

A reunião realiza-se esta manhã, pelas 10:30, no Palácio das Laranjeiras, em Lisboa.

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