Sete Cidades vai ter Posto de Atendimento Agrícola numa parceria entre Governo e Junta de Freguesia

Sete Cidades vai ter Posto de Atendimento Agrícola numa parceria entre Governo e Junta de Freguesia

 

Ana Carvalho Melo   Regional   25 de Ago de 2017, 19:05

O Secretário Regional da Agricultura e Florestas anunciou que a freguesia das Sete Cidades, em São Miguel, vai ter um Posto de Atendimento Agrícola, que servirá cerca de uma centena de agricultores, dos quais 40 são produtores de leite, revela nota do executivo regional.

 “O Governo dos Açores, correspondendo a uma pretensão da Junta de Freguesia das Sete Cidades, e também dos agricultores, vai instalar na freguesia um Posto de Atendimento Agrícola”, afirmou João Ponte no final de um encontro de trabalho com o executivo da Junta de Freguesia das Sete Cidades, no concelho de Ponta Delgada.

 João Ponte salientou que este posto, cuja abertura deverá ser concretizada este ano, numa parceria entre o Governo Regional e a Junta de Freguesia, permitirá alargar a rede regional, disponibilizando serviços de proximidade aos agricultores da freguesia e das zonas limítrofes, que, desta forma, evitam deslocações aos postos de atendimento mais próximos, nomeadamente em Santo António, nos Arrifes ou em Ponta Delgada.

Atualmente existem cerca de quatro dezenas de Postos de Atendimento Agrícola no arquipélago, tendo o último sido inaugurado, em junho, nas Fontinhas, concelho da Praia da Vitória, na Terceira.

O Secretário Regional da Agricultura e Florestas adiantou também que o Governo dos Açores vai avançar, nesta legislatura, com o projeto de execução do caminho agrícola do Arrebentão, nas Sete Cidades, com vista à sua remodelação.

Trata-se de um caminho agrícola com uma extensão de 1,2 quilómetros, com uma forte inclinação, de difícil acesso e muito utilizado por agricultores, nomeadamente quando fazem a mudança do gado de terrenos em zonas mais baixas para outros localizados em zonas mais altas.

O caminho do Arrebentão é também cada vez mais frequentado por turistas que procuram descobrir recantos da freguesia e outras vistas para as lagoas.

 João Ponte salientou que esta intervenção é muito importante, já que tem uma “dupla vertente”, ou seja, uma vertente agrícola e outra ambiental.

A intervenção visa também evitar que muito material sólido chegue às lagoas quando ocorrem chuvadas, já que, atualmente, devido ao grau de inclinação deste caminho escorrem até à massa de água.



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