Selagem da lixeira do Corvo arranca "antes do final do ano"

Selagem da lixeira do Corvo arranca "antes do final do ano"

 

Lusa/AO Online   Regional   9 de Out de 2015, 16:13

A empreitada de selagem da lixeira e construção de um aterro de inertes na ilha do Corvo, nos Açores, orçada em cerca de 400 mil euros, arranca "antes do final do ano", informou hoje o governo açoriano.

 

A Secretaria Regional da Agricultura e Ambiente, através da Direção Regional do Ambiente, adjudicou a empreitada, com um prazo de execução de sete meses, à empresa Tecnovia Açores, Sociedade de Empreitadas S.A., segundo uma nota do executivo. Fonte governamental disse à Lusa que a obra terá início antes do final de 2015.

A nota de imprensa do Governo Regional adianta que a construção do aterro de inertes vai dotar o Corvo das condições necessárias para a deposição dos resíduos de construção e demolição não perigosos, que não podem ser reutilizados ou reciclados noutras obras.

O Corvo, classificada como Reserva da Biosfera pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), é a mais pequena ilha do arquipélago dos Açores e nela vivem cerca de 400 pessoas.

“Esta empreitada, inscrita na Carta Regional de Obras Públicas, enquadra-se no Plano Estratégico de Gestão de Resíduos dos Açores, tendo como principal objetivo resolver os problemas ambientais decorrentes da lixeira a céu aberto, nomeadamente os impactes sobre a qualidade do ar e das águas, na saúde pública e na qualidade da paisagem”, refere o executivo açoriano.

As opções do Governo dos Açores em matéria de gestão dos resíduos - com a construção e pleno funcionamento dos centros de processamento em sete das nove ilhas - apontam para que a deposição de resíduos em aterro seja reduzida ao mínimo indispensável e que os atuais locais de deposição sejam objeto de intervenções de selagem e recuperação paisagística.

Segundo o executivo, as empreitadas referentes à selagem de aterros nas ilhas Graciosa e Flores estão em fase de conclusão.

No início de 2016 arrancará a selagem do aterro de Santa Maria, já adjudicada, e serão desencadeados os procedimentos para abertura dos concursos das selagens no Faial e em São Jorge.

Até 2020, a região pretende preparar para reutilização e reciclagem pelo menos 50% dos resíduos urbanos.


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