S. Miguel e Terceira são as ilhas açorianas com mais queixas na Provedoria de Justiça

S. Miguel e Terceira são as ilhas açorianas com mais queixas na Provedoria de Justiça

 

Lusa/AO Online   Regional   27 de Mai de 2015, 13:20

O Provedor de Justiça, José de Faria Costa, afirmou hoje, nos Açores, que S. Miguel e Terceira são as ilhas que mais queixas apresentam à instituição, relacionadas com pensões, segurança social ou presos, sem avançar números concretos.

“Os Açores estão em termos de queixas na média nacional. Obviamente, as ilhas que apresentam maior número de queixas são S. Miguel e Terceira”, afirmou José de Faria Costa aos jornalistas, após uma audiência com o presidente do Governo Regional dos Açores, em Ponta Delgada.

José de Faria Costa está hoje na ilha de S. Miguel, nos Açores, no âmbito das comemorações dos 40 anos da Provedoria de Justiça, criada em 1975, tendo prevista uma ação de sensibilização com alunos da Escola Secundária Antero de Quental.

Sem adiantar números concretos, o Provedor de Justiça salientou que no arquipélago é a Terceira a ilha que maior número de queixas apresenta, argumentando que isso se deve “à ideia de presença”, dado que existe na ilha uma extensão da Provedoria.

Segundo o provedor, a maioria das queixas açorianas são apresentadas por via eletrónica, sendo que “vemos pelo modo de escrita que são os netos que muitas vezes apresentam as queixas dos avós”.

Relativamente aos motivos das queixas, o Provedor de Justiça referiu não existirem grandes especificidades nos Açores em relação ao resto do país, destacando que problemas relacionados com as pensões, segurança social, e com a população prisional.

Para o presidente do Governo Regional dos Açores, a visita do Provedor de Justiça ao arquipélago é a confirmação de como José de Faria Costa tem exercido o mandato, acrescentando que ficou “particularmente satisfeito” com esta deslocação.

“É um bom exemplo [de] como entidades nacionais devem atender às características do nosso arquipélago. Essa presença constante simboliza essa atenção e cuidado”, afirmou Vasco Cordeiro, felicitando o provedor pelos 40 anos da instituição.

Vasco Cordeiro afirmou, ainda, que o trabalho da Provedoria de Justiça é visto nos Açores como “uma ajuda muito válida no sentido de melhorar a forma como a própria administração regional atua”.

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