Tecnologia

Robôs do futuro sabem pedir ajuda e têm um "dedinho" português


 

Lusa / AO online   Nacional   9 de Abr de 2010, 16:45

Para Manuela Veloso, professora catedrática portuguesa da Universidade norte-americana de Carnegie Mellon, aquilo que define a próxima geração de robôs é a capacidade de decidir quando pedir “uma ajuda se faz favor”.
No seu departamento de ciências computacionais, já há dois destes “co-bots”, ou robôs de companhia, que desempenham tarefas simples, como ir buscar café, chá, água ou papéis e trazê-los de volta, e outras mais complexas, como guiar visitantes, pedindo ajuda a quem passa, conseguindo ultrapassar situações imprevistas, como uma porta fechada.

“Com os algoritmos que temos, os robôs decidem de maneira autónoma que precisam de ajuda e planeiam a quem vão pedir ajuda: aquela pessoa costuma ajudar, aquela não pode ser interrompida, aquela nunca diz as coisas certas, aquela não gosta de robôs”, explica Manuela Veloso.

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