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Lusa/AO Online   Nacional   23 de Dez de 2010, 06:45

O aumento do Salário Mínimo Nacional para 500 euros em 2011, as sondagens e audiências relativas às eleições presidenciais e a manutenção das escutas feitas ao primeiro-ministro são alguns dos temas em destaque hoje na imprensa.

“Meio milhão só recebe até 475 euros por mês para viver”, escreve o Jornal de Notícias em manchete, adiantando que o Salário Mínimo Nacional sobe 10 euros em janeiro e chegará aos 500 em outubro.

Segundo o jornal, a prestação seria de 545 euros se tivesse sido atualizada ao ritmo da inflação.

Também o Diário de Notícias destaca o tema, titulando “Ordenados de gestores valem 14 salários mínimos”.

O DN salienta que a decisão tomada na quarta-feira em reunião de concertação entre Governo e sindicatos determina que o salário mínimo sobe 10 euros em janeiro, para 485 euros, e será atualizado em 2011. No entanto, refere o jornal, os patrões demarcam-se do acordo.

“IRS tira 500 euros e reformados”, noticia o Correio da Manhã, acrescentando que o corte nas deduções prejudica 200 mil pensionistas e que quem ganha 2143 euros brutos mensais perde 582 euros ao longo de 2011.

O Público acrescenta que a inflação vai anular aumento do salário mínimo, já que o aumento combinado corresponde a atualização de 2,1 por cento e a taxa de inflação estimada para 2011 é de 2,2 por cento.

A um mês das eleições presidenciais, o tema é destaque em vários jornais de hoje, com o semanário Expresso a fazer manchete com uma sondagem e a titular “Vantagem de Cavaco ameaça José Sócrates”.

De acordo com o jornal, a análise da Eurosondagem dá 60 por cento das intenções de voto para Cavaco Silva e 30 por cento para Manuel Alegre.

O JN também fala das presidenciais na sua primeira página, adiantando que os candidatos gastam 5,6 milhões em campanha e que Cavaco reduziu gastos mas é o que tem orçamento mais generoso.

O Sol refere, por seu lado, que os debates televisivos “não interessam nem ao menino Jesus” e adianta que os especialistas concordam e as audiências não enganam: “os debates dos candidatos a Belém têm muito pouco interesse”.

O jornal faz, no entanto, manchete com “Escutas a Sócrates estão intactas” e diz que afinal, as escutas ao primeiro-ministro não estão todas destruídas, já que existe uma cópia, selada, no Parque das Nações, às ordens do juiz Carlos Alexandre.

“Autarquias. Milhares de funcionários públicos sem apoio da ADSE”, é o título principal do jornal i que adianta que cerca de 10 mil funcionários públicos que foram transferidos do ministério da Educação para 112 autarquias foram riscados da ADSE.

Segundo o i, a Associação de Municípios diz que o ministério vai assumir encargos de 2010 mas no futuro ninguém sabe como vai ser.

O Público faz manchete com “GNR promove 4050 guardas para fugir ao congelamento de carreiras” e diz que o processo acelerou quando foram conhecidas as orientações do Orçamento.

“Governo mantém monopólio do jogo nas mãos da Santa Casa”, escreve o Diário Económico em manchete, adiantando que a comissão encarregue de analisar o mercado dos jogos recomendou ao Governo que mantivesse as apostas on-line ilegais.

O jornal destaca ainda que Ferreira de Oliveira perde apoio da Eni e dos angolanos na Galp Energia, o que leva a que a recondução do presidente executivo da Galp seja cada vez mais improvável.

No Jornal de Negócios, o título principal diz que a Federação Portuguesa de Futebol foi “penhorada em cinco milhões de euros” e que três patrocinadores da seleção já foram notificados da penhora.

Nos desportivos, o destaque é dado às compras e vendas dos clubes com A Bola a escrever “Eles podem sair já” porque “David Luís e Liedson são muito cobiçados” e o Record a escrever “Martins pode sair em janeiro”, já que não é considerado imprescindível na Luz.

O Jogo titula “Couceiro para recuperar Izmalov”.


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