Retirada metade da população de Amatrice, a localidade mais afetada pelo sismo em Itália


 

Lusa/AO Online   Economia   25 de Ago de 2016, 12:56

Cerca de mil pessoas de Amatrice, com uma população habitual de 2 mil foram retiradas da localidade italiana, uma das mais afetadas pelo sismo de 6,2 graus ocorrido na madrugada de quarta-feira e que causou 247 mortos.

 

A informação foi dada à agência noticiosa espanhola EFE por Tizziano Caroliz, ligado à gestão de um campo para desalojados criado nas imediações de Amatrice, localizada na província de Rieti, a cerca de 100 quilómetros a nordeste de Roma.

Caroliz adiantou que os esforços das equipas de socorro centram-se na busca de mais sobreviventes, tarefa que disse ser difícil devido à devastação na zona.

O campo acolhe até ao momento à volta de 350 pessoas e receberá “outras 300” durante o dia de hoje, disse ainda.

Segundo Caroliz, existem igualmente pessoas que dormem nos seus carros ou em tendas próprias e algumas puderam ficar “em casas de familiares” em localidades próximas de Amatrice.

Indicou que as equipas de voluntários estão a trabalhar para criar mais acampamentos e que o que já está operacional tem “uma estrutura médica de primeiros socorros e uma farmácia”, sendo disponibilizadas aos deslocados água e comida.

O terramoto fez 190 mortos na região de Lázio e 57 na de Marcas, figurando como um dos mais mortíferos dos últimos anos em Itália, de acordo com a Proteção Civil italiana.

 


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