Resposta operacional da PSP nos Açores é "adequada"


 

Lusa/AO Online   Regional   10 de Nov de 2014, 09:18

O secretário de Estado da Administração Interna considerou hoje "adequada" a resposta operacional da PSP nos Açores, que contará em 2015 com um reforço do dispositivo, dizendo desconhecer problemas de funcionamento das esquadras nas ilhas por falta de efetivos.

“Haverá um reforço do dispositivo no próximo ano, na sequência de um concurso que está a decorrer para chefes da PSP. A resposta operacional neste momento é considerada adequada”, afirmou aos jornalistas João Almeida, após uma audiência com o presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, no Palácio de Santana, em Ponta Delgada.

Os deputados do PS eleitos pelos Açores revelaram hoje, num requerimento enviado ao Ministério da Administração Interna, que o quadro do comando da PSP na região tem 211 lugares por preencher, o que prejudica o normal funcionamento do 112 e obriga a fechar esquadras em algumas situações.

Apesar de não ter a pasta da PSP, o secretário de Estado da Administração Interna referiu que a análise do ministério não coincide com os números apresentados pelos deputados socialistas e que a resposta formal será dada.

Os deputados do PS revelam que, por causa da falta de recursos humanos, "em situações de emergência, assiste-se com frequência ao encerramento temporário de esquadras por falta de pessoal, com especial destaque nos turnos da noite e no fim de semana".

João Almeida disse não ter neste momento nenhuma informação sobre a necessidade de encerrar temporariamente esquadras por falta de pessoal, no entanto, acrescentou que “há flexibilidade para gestão do dispositivo para que tal não aconteça” e caso se confirme “terão de ser tomadas medidas”.

Ao nível das instalações da PSP, o secretário de Estado apontou como prioridades do executivo da República na região as esquadras da Ribeira Grande e Rabo de Peixe, ambas na ilha de S. Miguel.

João Almeida adiantou que no caso da Ribeira Grande, a esquadra funciona num edifício alugado, mas passará a funcionar em definitivo num edifício novo, sem adiantar datas.

No caso da esquadra da PSP na vila de Rabo de Peixe, o governante revelou que falta apenas resolver questões técnicas para a intervenção avançar e dar resposta a uma necessidade reconhecida desde 2012.

 



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