Relatório norte-americano com avaliação de Base das Lajes concluído

Relatório norte-americano com avaliação de Base das Lajes concluído

 

Lusa / AO online   Regional   20 de Set de 2014, 18:43

O relatório sobre as estruturas militares norte-americanas na Europa, que inclui uma avaliação da importância da Base das Lajes, nos Açores, está pronto e deve chegar ao secretário de Defesa norte-americano, Chuck Hagel, nas próximas semanas.

 

Uma porta-voz do Pentágono, a tenente-coronel Vanessa Hillman, confirmou que o relatório de Consolidação de Estruturas Europeias está pronto e que "um cuidadoso e deliberado conjunto de recomendações" deve ser entregue a Chuck Hagel nas próximas semanas.

O relatório é considerado decisivo para o futuro da base militar das Lajes, na ilha Terceira, nos Açores.

Nas próximas semanas, o Senado norte-americano deve votar a Lei de Apropriações de Defesa e o Orçamento das Forças Armadas, duas propostas legislativas que adiam novamente a redução da Base das Lajes até a divulgação deste relatório.

Num segundo momento, as duas câmaras do congresso norte-americano vão conciliar as suas versões, num texto final que será assinado pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, idealmente antes do final do ano.

Ainda a aguardar discussão está também a proposta legislativa 'Africa Counter Terrorism Initiative Act', subscrita por 40 congressistas e que sugere deslocar as forças do comando norte-americano para a África (AFRICOM), da Alemanha, para o território continental dos Estados Unidos, transformando as Lajes na sua única base avançada.

Fonte da Câmara dos Representantes confirmou à agência Lusa que a proposta está a ser analisada pelo Comité das Forças Armadas e que ainda não existe indicação de quando poderá ser debatida por este órgão legislativo.

Os Estados Unidos anunciaram a intenção de reduzir no ano passado o contingente que têm nas Lajes, em mais de 400 militares, mas a decisão tem sido adiada devido a várias iniciativas legislativas.

No ano passado, a redução foi adiada devido a uma compromisso orçamental entre democratas e republicanos, conseguido em dezembro.


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