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Região do Tejo quer aumentar em 50% exportações para a China

Região do Tejo quer aumentar em 50% exportações para a China

 

Lusa/AO online   Economia   30 de Out de 2011, 13:30

Os produtores da região vitivinícola do Tejo querem aumentar em 50 por cento as exportações de vinho para a China nos próximos três anos até aos 600 mil litros, disse hoje à agência Lusa Teresa Batista, responsável pelo marketing da região.

Com oito produtores em Cantão, cidade chinesa capital da província de Guangdong, adjacente a Macau e Hong Kong, Teresa Batista salienta a importância do mercado chinês nas exportações da região que correspondem ao segundo mercado mais importante a seguir a Angola. "Para Angola exportámos em 2010 cerca de 600.000 litros e para a China, o nosso segundo maior mercado 335.000 litros, mas queremos aumentar cerca de 50 por cento nos próximos três anos e ter no mercado chinês o mesmo volume que tivemos em Angola no ano passado", disse. A mesma responsável salientou que no primeiro semestre de 2011, e comparativamente ao mesmo período de 2010, as exportações de vinho do Tejo para a China aumentaram 28 por cento. Além do aumento das exportações, a região do Tejo quer ter ainda mais produtores a exportar para a China, um mercado onde incluem as Regiões Administrativas Especiais de Hong Kong e Macau. "Nos início deste ano eram 13 os produtores a exportar, agora já são 17 e queremos aproveitar estar mostra em Cantão para subir para 20", disse. Depois de Cantão, os produtores do Tejo seguem para Macau onde fazem duas mostras, uma destinada a profissionais e outra ao público em geral e, depois, para Hong Kong, onde vão participar, com um stand próprio, numa feira de vinhos entre 3 e 5 de novembro, "o que acontece pela primeira vez". "São mercados a consolidar, a continuar a trabalhar para reforçar a nossa posição e para ter mais um canal de entrada na China, também para a província de Guangdong que oferece um grande potencial de desenvolvimento", considerou. Teresa Batista disse ainda que o mercado chinês é "para continuar a trabalhar no futuro" e defendeu Macau também como uma base para os produtores da sua região.


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