Ano Judicial

Reformas devem ser feitas sem "tentações corporativistas"


 

Lusa / AO online   Nacional   27 de Jan de 2010, 14:12

O ministro da Justiça defendeu esta quarta-feira, na Abertura do Ano Judicial, que as reformas no sector não devem estar ao abrigo de "soluções fáceis ou tentações corporativistas ou imediatistas", exigindo sim "responsabilidade" e "uma ética de serviço público".
Para Alberto Martins, é exigido um "esforço e uma responsabilidade partilhados, imunes a tentações ou instrumentalizações casuísticas" do poder político e dos responsáveis e operadores judiciários.

É "fundamental a ideia de consulta e aconselhamento", aconselhou o ministro, acrescentando: "O funcionamento do Conselho Consultivo da Justiça, órgão que ao ter reunido por duas vezes nos primeiros 90 dias do novo Governo, cumpre, também, essas atribuições mas adquire, igualmente, uma dimensão simbólica que revela a vontade institucional de diálogo, que se quer aprofundar em todas as suas dimensões".

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