Raúl Castro diz que erros têm de ser corrigidos sob pena de afundarem a revolução

Raúl Castro diz que erros têm de ser corrigidos sob pena de afundarem a revolução

 

Lusa   Internacional   18 de Dez de 2010, 20:00

O presidente de Cuba, Raúl Castro, afirmou hoje num discurso severo e critico que o país e os governantes precisam de corrigir os erros cometidos, caso contrário, a revolução e o esforço de gerações inteiras afundar-se-ão

“Ou corrigimos ou se acaba o tempo em que andamos à beira do precipício. Afundar-nos-emos e afundaremos o esforço de gerações inteiras”, advertiu Raul Castro perante a Assembleia Nacional de Cuba.

Durante o seu discurso, que durou mais de duas horas, o presidente de Cuba (irmão de Fidel Castro) apontou uma revisão dos erros cometidos pelo país, foi muito crítico com o que considera terem sido más interpretações do socialismo e anunciou uma atitude muito exigente com todos os dirigentes no processo de reformas que a ilha enfrenta.

Raúl Castro apelou ainda para o fim do secretismo e da mentira dentro dos escalões dirigentes do país e avisou que quem mente “deve ser removido definitivamente, e não temporariamente, do cargo que ocupa” e inclusivamente ser excluído do Partido Comunista.


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