Quirguistão pede ajuda militar à Rússia para travar a violência


 

Lusa / AO online   Internacional   12 de Jun de 2010, 13:23

A presidente interina do Quirguistão, Rosa Otounbaieva, apelou hoje à Rússia que envie tropas para travar a violência étnica que matou mais de 50 pessoas e feriu cerca de 700 no Sul do país e está fora de controlo.

A responsável disse que sem ajuda externa, as autoridades provisórias não conseguem acabar com a violência que se intensificou desde sexta feira na cidade de Osh.

Hoje anunciou ter enviado uma carta ao presidente russo, Dimitry Medvedev, pedindo-lhe para enviar forças militares. Até ao momento, não houve resposta da Rússia.

Polícia e soldados lutam para travar os confrontos étnicos entre grupos armados.

O anúncio de Rosa Otounbaieva surge depois de ter falado ao telefone na sexta feira com o primeiro ministro russo, Vladimir Putin.

Os hospitais não têm capacidade para alimentar os feridos e refugiados, a maioria mulheres e crianças uzebeques que chegam da fronteira com o Uzbequistão.

“A situação saiu fora de controlo desde sexta feira à noite e precisamos de forças militares externas para a conter”, disse a presidente interina.


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