Plano e orçamento

Questões sociais dominam preocupações dos partidos

Questões sociais dominam preocupações dos partidos

 

Lusa/AO online   Regional   8 de Set de 2010, 17:34

As questões sociais dominaram as preocupações esta quarta-feira manifestadas pelos partidos políticos no início da ronda de contactos do presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, tendo em vista a elaboração do plano e orçamento para 2011.
“Temos consciência de que estamos ainda em tempo de crise e que o orçamento vai reflectir essa situação”, afirmou Artur Lima, líder do PP/Açores, defendendo a necessidade de serem adoptadas “medidas que desafoguem os orçamentos familiares”, mas também iniciativas de apoio “ao pequeno comércio, para estimular o mercado interno”.

Artur Lima, nas declarações que prestou aos jornalistas no final do encontro com Carlos César, escusou-se a especificar as medidas que o PP/Açores vai apresentar no debate do Plano e Orçamento para 2011, adiantando apenas que abrangerão as áreas dos “transportes, segurança social e saúde”.

Mais específico foi Aníbal Pires, coordenador regional do PCP/Açores, revelando que uma das medidas que os comunistas defendem é o “aumento do complemento regional de pensão para um valor não inferior a 60 euros”.

Por seu lado, Zuraida Soares, líder do BE/Açores, também destacou as preocupações do seu partido na área social, defendendo que “só é possível dar a volta a esta situação de catástrofe social se falarmos com lucidez e virmos a realidade como ela é”.

O lançamento de um plano de reabilitação habitacional, o aumento extraordinário das pensões e a melhoria do apoio social escolar são algumas das medidas defendidas pelo BE/Açores.

A ronda de contactos tendo em vista a elaboração do plano e orçamento regionais para 2011 prossegue esta tarde com os dois maiores partidos (PS e PSD) e as centrais sindicais (UGT e CGTP).

O PPM é o único partido com representação no parlamento açoriano que não participa nesta ronda de contactos, já que o seu líder e único deputado regional, Paulo Estêvão, não se podia deslocar a Ponta Delgada nesta altura, remetendo a contribuição dos monárquicos para o debate no plenário, previsto para Novembro.

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