PSD rejeita criticas do governo


 

Lusa / AO online   Regional   20 de Jan de 2010, 17:00

O presidente da bancada parlamentar do PSD/Açores, António Marinho, considerou esta quarta-feira “excessiva” a linguagem utilizada pelo secretário regional da Economia, que acusou os social-democratas de “má-fé" no processo de construção dos navios Atlântida e Anticiclone.
“O PSD assume todas as iniciativas de fiscalização da actividade do governo, como lhe compete em termos parlamentares, sobretudo no contexto do processo do transporte marítimo de passageiros e viaturas inter-ilhas, que acabou por se revelar como um dos maiores erros deste governo”, afirmou António Marinho.

O presidente da bancada social-democrata na Assembleia Legislativa dos Açores lamentou, por isso, o tom das acusações feitas pelo secretário regional da Economia, Vasco Cordeiro, e negou que o PSD esteja neste processo "com má-fé ou com qualquer outro interesse particular que não seja a defesa dos interesses dos açorianos”.

Para António Marinho, as verbas gastas pelo executivo regional socialista com a construção dos navios Atlântida e Anticiclone representam “um perfeito esbanjamento de dinheiros públicos” e “a destruição daquilo que seria uma boa ideia”.

"O PSD nunca se comportou com má-fé nesta matéria, mas não se pode calar, doa a quem doer”, afirmou, acrescentando que "má-fé terá tido quem comunicou que os navios estariam (nos Açores) a 13 de Maio do ano passado, quando sabia perfeitamente que eles não iriam chegar”.

Numa intervenção proferida esta manhã perante o plenário do parlamento açoriano, Vasco Cordeiro criticou o PSD por ter adoptado uma atitude de "má-fé e pura maldade" no processo dos navios Atltântida e Anticiclone, considerando que poderia ter prejudicado os interesses açorianos.

"É por isso que, neste processo, há um vencedor, que são os interesses dos Açores, e um derrotado, que é o PSD, porque, mais do que a crítica política, demonstrou estar obcecado com o ataque ao governo", afirmou Vasco Cordeiro, criticando a "irresponsabilidade" dos social-democratas.


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