PSD manifesta "profundo pesar" e recorda mulher livre e da tolerância


 

Lusa/AO Online   Nacional   7 de Jul de 2015, 11:26

O PSD manifestou hoje o seu "profundo pesar" pela morte de Maria Barroso, que recorda como uma mulher livre, da tolerância, e que colocou as suas qualidades humanas ao serviço dos outros.

"O PSD expressa nesta hora, à família da doutora Maria Barroso e ao Partido Socialista, de que foi fundadora, a mais sentida homenagem. Maria Barroso dedicou a sua vida ao nosso país. Colocou toda a sua energia, fé, dignidade, cultura e qualidades humanas ao serviço dos outros", refere o PSD, numa nota à imprensa.

Os sociais-democratas recordam Maria Barroso como "uma mulher precursora", que "visualizou no horizonte o triunfo da democracia, quis ajudar a construir o Portugal democrático e fê-lo com generosidade".

"Sofreu, ela própria, os constrangimentos da ditadura e da ausência da liberdade. Foi uma mulher da tolerância. Foi uma mulher livre, de uma sensibilidade estética e artística apuradíssimas e de um sentido de humanidade referencial. Entregou-se às causas mais nobres da nossa vida coletiva", realça ainda o PSD, que aponta Maria Barroso como "um exemplo para as gerações mais novas".

Maria de Jesus Barroso, presidente da Fundação Pro Dignitate, fundadora do PS e mulher do ex-Presidente da República Mário Soares, morreu hoje, aos 90 anos, no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, onde estava internada em estado grave desde 26 de junho, na sequência de uma queda, que lhe provocou um traumatismo intracraniano.

O corpo de Maria Barroso vai estar em câmara ardente no Colégio Moderno, em Lisboa, a partir das 18:00 de hoje, realizando-se o funeral na quarta-feira para o Cemitério dos Prazeres, anunciou a família. O funeral seguirá para o Cemitério dos Prazeres após a missa de corpo presente, que terá lugar às 10:00 na Igreja do Campo Grande.


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