PS/Madeira diz que César tem condições para ser "interlocutor predilecto" das regiões


 

Lusa/AO online   Regional   19 de Dez de 2007, 16:51

O líder do PS/Madeira, João Carlos Gouveia, defendeu hoje que o presidente do executivo açoriano tem todas as condições para ser o “interlocutor predilecto” das regiões autónomas junto do Governo da República e da União Europeia.
       “No contexto global das duas regiões autónomas, Carlos César tem todas as condições, pela notoriedade, seriedade e rigor, de ser o interlocutor predilecto junto do Governo da República e da União Europeia”, afirmou o dirigente socialista da Madeira, após uma audiência com o chefe do executivo açoriano.

    Um encontro em Ponta Delgada que serviu para João Carlos Gouveia “denunciar o regime da Região Autónoma da Madeira”, o que considerou ser um “aspecto relevante” da direcção do PS no arquipélago madeirense.

    Para o líder do PS/Madeira, deverá existir, cada vez mais, uma concertação estratégica entre as duas regiões autónomas no plano do Estado e com Bruxelas.

    Considerou, porém, que o presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, “tem fraca aceitação, como interlocutor, junto do Governo da República e nas instâncias europeias”.

    Perante isso, “será importante para os Açores, e também para os madeirenses, a recandidatura de Carlos César” para um mandato como presidente do Governo Regional em 2008, alegou João Carlos Gouveia.

    “A única voz que é ouvida das duas regiões autónomas e que tem credibilidade no exterior é a de Carlos César”, disse o líder do PS/Madeira, alegando que “para sermos respeitados, temos de respeitar os outros, coisa que o Dr. Alberto João não entende”.

    Após a audiência, Carlos César adiantou aos jornalistas ser “sempre importante” que, no âmbito da concertação estratégica, se possa “explorar todas as zonas de consensualidade que possam existir” entre os governos regionais e a República.

    “É preciso é que todos contribuam para isso”, alertou Carlos César, para quem, da parte dos Açores, “há sempre predisposição para dialogar e trabalhar com todos”.

    Segundo disse, o Governo Regional açoriano não escolhe os seus parceiros neste diálogo em função dos respectivos partidos.

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