Proteção Civil regista 200 ocorrências desde a noite de quarta-feira no Continente

Proteção Civil regista 200 ocorrências desde a noite de quarta-feira no Continente

 

Lusa/Açoriano Oriental   Nacional   2 de Fev de 2017, 16:42

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) registou entre as 20h00 de quarta-feira e as 17h00 de hoje (menos uma hora nos Açores) 198 ocorrências relacionadas com o mau tempo, sobretudo quedas de árvores, limpezas de via e quedas de estruturas.

“Os distritos mais afetados são Viana do Castelo, com 30 ocorrências, Braga, com 27 ocorrências, Coimbra e Porto, com 23 ocorrências [cada]”, afirmou à Lusa o adjunto de operações nacional da ANPC Marco Martins.

O responsável considerou que “face à previsão meteorológica, no que diz respeito à agitação marítima, vento e precipitação, era expectável que as ocorrências andassem por estes números”.

A ANPC ativou o estado de alerta especial de nível azul, pelo que “está coerente com o número de ocorrências”.

“Não há aqui uma discrepância sobre aquilo que é a capacidade de resposta em termos de meios e recursos da Proteção Civil com as ocorrências, portanto tem havido aqui um equilíbrio bastante favorável e que era expectável que viesse a acontecer”, declarou.

Das ocorrências de maior relevância, o responsável indicou que houve 102 registos de quedas de árvores, 55 limpezas de via e 25 quedas de estruturas.

Em relação à agitação marítima, Marco Martins avançou que vai haver “um pico, que pode ser preocupante, porque está relacionado com a preia-mar, portanto a maré alta, que se vai sentir entre as 18:30 e as 19:00, podendo, obviamente, neste período temporal, aumentar o incremento do número de ocorrências”.

Todos os distritos do litoral estão hoje com avisos amarelos, laranja ou vermelhos devido ao vento, à agitação marítima ou à chuva.

O mau tempo atingiu primeiro as ilhas dos Açores, já na quarta-feira, mas não foram registadas ocorrências significativas pela Proteção Civil.

O estado de alerta especial de nível azul refere-se à necessidade de os agentes de proteção civil reforçarem os meios de primeira intervenção, destinando-se apenas a estes agentes e não à população em geral, de forma a melhorar a eficiência do sistema.

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