Proposta de plano de investimento público nos Açores em 2017 totaliza 775 ME

Proposta de plano de investimento público nos Açores em 2017 totaliza 775 ME

 

Lusa/   Regional   20 de Jan de 2017, 18:55

A proposta de plano anual de investimento público nos Açores para 2017 atinge os 775 milhões de euros, sendo que 50% visa fomentar o crescimento económico e criar emprego, anunciou hoje o presidente do Governo Regional.

“Há um montante global à volta dos 775 milhões de euros de investimento público previsto para 2017”, afirmou Vasco Cordeiro, acrescentando que comparando os documentos hoje apresentados e que marcam “um novo ciclo”, com o investimento público previsto em 2013, houve um crescimento de “mais de 19%”.

Vasco Cordeiro falava no final da reunião do Conselho Regional de Concertação Estratégica, que hoje decorreu em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, para análise das antepropostas de Orientações de Médio Prazo 2017-2020 e de Plano Regional para 2017.

O chefe do executivo açoriano destacou que 395 milhões de euros, cerca de 50% do investimento, está destinado a um primeiro objetivo do plano, que passa por “fomentar o crescimento económico e a criação de emprego na região, cada vez mais alicerçados no conhecimento, inovação e empreendedorismo”.

Cerca de 26% do montante global do investimento público para este ano, 206 milhões de euros, será destinado, de acordo com Vasco Cordeiro, “à melhoria da sustentabilidade do desenvolvimento da região”, incidindo em áreas como o ambiente, o mar ou a componente dos transportes.

Para o reforço da qualificação e da qualidade de vida, o executivo regional socialista, liderado por Vasco Cordeiro, destinou uma verba de 170 milhões de euros, que equivale a 22% do valor total do investimento público.

Vasco Cordeiro adiantou, ainda, que dois milhões de euros, menos de um por cento, será atribuído ao objetivo de reforçar a posição dos Açores no mundo, através das relações externas e da aproximação às comunidades açorianas espalhadas pelo mundo.

Segundo disse Vasco Cordeiro, os conselheiros têm agora até 09 de fevereiro para analisarem ambos os documentos e poderem emitir pareceres.

Integram o Conselho Regional de Concertação Estratégica representantes dos trabalhadores, dos empregadores, dos setores das pescas e da agricultura, das autarquias locais e das instituições particulares de solidariedade social.

Estão também representadas neste órgão consultivo, que reuniu hoje pela primeira vez esta legislatura, associações de defesa do consumidor, de defesa do ambiente, da área da igualdade de oportunidades e da Universidade dos Açores, além dos representantes dos Açores no Conselho Económico e Social e três personalidades nas áreas de competência deste Conselho.

Em fevereiro, as propostas, depois de aprovadas em Conselho do Governo, serão entregues na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores para debate e votação em plenário, que deverá ocorrer em março.



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