Projeto nacional cria redes locais para formação de jovens e criação de emprego

Projeto nacional cria redes locais para formação de jovens e criação de emprego

 

Lusa/AO online   Regional   6 de Fev de 2015, 14:00

Seis associações do continente e dos Açores assinaram, nas Caldas da Rainha, um protocolo para a promoção do emprego e da inserção social de jovens no âmbito do projeto REDECOOL - Redes Colaborativas para o Emprego Local.

 

A iniciativa, assente em redes locais para a criação de emprego, pretende "abranger 300 jovens de todo o país, dos quais 180 receberão formação para os tornar mais capacitados e 28 serão selecionados para serem acompanhados no processo de procura ou criação do próprio emprego até ao final do projeto", disse à agência Lusa a coordenadora, Célia Lavado.

Virado para jovens até aos 30 anos, "em situação de desemprego, fragilidade social ou precariedade económica", o projeto vai proporcionar 3.480 horas de formação e consultoria, das quais 1.080 visando dotar os jovens de competências básicas", acrescentou a responsável.

As instituições parceiras dinamizarão, nos seus territórios, iniciativas que envolverão também as famílias dos jovens.

O projeto teve hoje a primeira apresentação pública a nível nacional no Landal, onde decorre, até ao final da tarde, um seminário com a participação de várias entidades que integram os seis núcleos locais já criados e que abrangem as regiões Norte, Centro, Alentejo, Lisboa e Vale do Tejo e Açores.

Os núcleos locais irão a partir de agora "estabelecer redes colaborativas com os centros de emprego, autarquias e outras instituições" para "até final de fevereiro arrancarem as ações de formação", adiantou a coordenadora.

O REDECOOL -- Redes Colaborativas para o Emprego Local é dinamizado pela ANIMAR -- Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local, em parceria com a CASES -- Cooperativa António Sérgio para a Economia Social.

A criação dos núcleos locais foi iniciada em novembro de 2014 e o projeto irá decorrer até março de 2016, ao abrigo de uma candidatura ao Programa Cidadania Ativa, gerido pela Fundação Calouste Gulbenkian e financiado, em 150 mil euros, pelo EEAGRANTS, uma instituição nórdica.

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