Professores contratados não vão diminuir

Professores contratados não vão diminuir

 

Lusa / AO Online   Regional   21 de Ago de 2010, 09:23

A secretária regional da Educação, Lina Mendes, assegurou hoje que o número de professores contratados nos Açores vai manter-se, rejeitando informações de que estaria a ser preparada uma diminuição na contratação de docentes.

A garantia foi dada durante uma reunião com o Sindicato Democrático dos Professores dos Açores (SDPA), realizada em Angra do Heroísmo, na Terceira, durante a qual foram analisadas diversas questões relativas ao novo ano letivo, que arranca a 8 de setembro.

A presidente do SDPA, Sofia Ribeiro, disse aos jornalistas que "tudo não passou de um rumor", frisando que "nunca houve indicações" por parte do governo sobre uma eventual redução no número de docentes contratados.

Apesar disso, assegurou que "o sindicato vai continuar a acompanhar o processo".

O SPDA manifestou também preocupação com a publicação das colocações dos docentes, tendo recebido de Lina Mendes a garantia de que o processo decorre dentro dos prazos calendarizados.

"Na segunda feira é publicada a lista de colocações em regime de afetação e, mais tarde, as colocações em regime de contratação", afirmou a secretária regional da Educação.

Neste encontro, os dirigentes do SDPA abordaram ainda a questão da revisão da carreira docente, tendo Sofia Ribeiro assegurado que "o sindicato não deixará de propor alterações" sobre esta matéria.

Por seu lado, Lina Mendes salientou que o processo negocial começa na segunda quinzena de setembro, frisando que "nessa altura" haverá recetividade para "atender a alguns aspetos, mas que terão que ser vistos caso a caso".

A desburocratização do processo de avaliação e desempenho dos docentes, o estatuto do trabalhador estudante e a garantia de "condições dignas" nas escolas, foram outras questões abordadas na reunião.

Para Sofia Ribeiro, "é preciso garantir que os alunos são colocados condignamente nas escolas, com transportes escolares condignos e refeições quentes, no primeiro ciclo e pré-escolar", defendendo que "não pode haver sucesso escolar se não forem garantidas essas condições".


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