Primeiro-ministro recusa alinhar com pedido de demissão do governador do Banco de Portugal


 

Lusa/AO Online   Economia   15 de Abr de 2016, 12:09

O primeiro-ministro rejeitou hoje alinhar com a exigência de demissão do governador do Banco de Portugal, alegando que recusa antecipar conclusões da comissão parlamentar de inquérito sobre o Banif e que deve haver normalidade no relacionamento institucional.

 

António Costa falava aos jornalistas no final do debate quinzenal na Assembleia da República, depois de confrontado com declarações do secretário de Estado Adjunto e das Finanças, Ricardo Mourinho Félix, que considerou que o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, teve uma falha "grave" de responsabilidade na resolução do caso Banif.

"Temos de aprender a trabalhar com as instituições com normalidade e o relacionamento que o Governo tem tido, quer com o parlamento, quer com os presidentes da República (o anterior e o atual), é um bom exemplo de como deve ser a normalidade das relações institucionais - e também com o Banco de Portugal. O senhor governador [Carlos Costa] tem um mandato de cinco anos que lhe foi conferido pelo anterior Governo [PSD/CDS-PP] e é uma função inamovível salvo no quadro legal", respondeu António Costa.

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