Presumível autor do tiroteio em Alexandria tinha ameaçado Trump no Facebook

Presumível autor do tiroteio em Alexandria tinha ameaçado Trump no Facebook

 

Lusa/Açoriano Oriental   Internacional   14 de Jun de 2017, 18:19

O presumível autor do tiroteio de hoje em Alexandria (Vigínia), que causou cinco feridos, entre os quais o congressista republicano Steve Scalise, tinha ameaçado o Presidente Donald Trump na sua conta na rede social Facebook.

Segundo vários meios de comunicação norte-americanos, o suspeito foi identificado como J. T. Hodgkinson, 66 anos, residente em Belleville (Illinois), e encontra-se ferido, estando a ser tratado num hospital próximo do local do incidente.

De acordo com a agência noticiosa espanhola EFE, o suspeito acusou no Facebook o Presidente dos Estados Unidos de ser “um traidor”, adiantando ser “hora de destruir Trump e companhia”. Também exprime o seu apoio pelo candidato à nomeação democrata para as presidenciais de 2016 Bernie Sanders.

O Presidente dos Estados Unidos cancelou hoje os atos públicos que tinha previsto devido ao tiroteio ocorrido em Alexandria, nos arredores de Washington, cerca das 06:30 locais (11:30 em Lisboa), no decurso de um treino de basebol de membros do Partido Republicano.

Trump tinha previsto visitar hoje à tarde o Departamento do Trabalho, para falar sobre uma iniciativa de formação profissional e assinar uma ordem executiva, mas cancelou o compromisso, anunciou a Casa Branca.

O Presidente norte-americano, que hoje celebra 71 anos, manifestou-se “profundamente triste” pelo tiroteio ocorrido em Alexandria (Virgínia), arredores de Washington, que provocou vários feridos, incluindo o congressista republicano Steve Scalise.

“Estamos profundamente entristecidos por esta tragédia”, afirmou Trump, num breve comunicado divulgado pela Casa Branca.

Na rede social de mensagens curtas Twitter, Trump descreveu Scalise como “um verdadeiro amigo” e “um patriota”, prevendo que “vai recuperar completamente”.

Scalise foi baleado na anca e está a ser operado, encontrando-se estável, segundo o seu gabinete.

A polícia federal norte-americana FBI, que está a investigar o sucedido, considera ser “muito cedo” para saber se o ataque teve motivação política e se foi dirigido diretamente contra os afetados.


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