Presidente do Governo dos Açores diz que 2016 foi exigente mas há sinais de retoma

Presidente do Governo dos Açores diz que 2016 foi exigente mas há sinais de retoma

 

Lusa/AO Online   Regional   22 de Dez de 2016, 10:53

O presidente do Governo dos Açores disse hoje que 2016 foi um ano "ainda exigente" para as famílias açorianas, empresas e trabalhadores, mas que ficou também marcado por "vários sinais" de início de retoma económica.

“O ano de 2016, apesar de ter sido ainda exigente para muitas famílias açorianas, empresas e trabalhadores, ficou também marcado por vários sinais que dão conta do início de um período de recuperação económica, após a turbulência que todos sentimos e vivemos”, declarou Vasco Cordeiro, na sua mensagem de natal.

O responsável pelo executivo açoriano, apesar de sublinhar a recuperação em curso em “vários setores da vida coletiva”, salvaguardou que esta “nunca deve fazer esquecer” os desafios a vencer em nome de uma região “cada vez mais desenvolvida, unida e solidária”.

Vasco Cordeiro destacou que os últimos anos “foram complexos e desafiantes” pelos impactos causados pela conjuntura externa, mas pela forma como “todos enfrentaram essa tormenta” começam-se agora a “vislumbrar tempos de maior acalmia e de recuperação”.

“Os sinais positivos que nos chegam de uma retoma gradual, mas consistente, apresentam-nos resultados concretos na recuperação dos rendimentos das famílias, na geração de riqueza, mas, sobretudo, ao nível da criação de mais emprego, com a consequente redução progressiva do desemprego”, disse o governante.

O líder do executivo açoriano salvaguardou, contudo, que “este não é o fim do caminho”, mas “apenas e só, mais uma etapa” no percurso de desenvolvimento que “passará, também, e entre outros, pela consolidação do programa de promoção do sucesso escolar das crianças e implementação de uma estratégia concertada com a sociedade no combate à pobreza e à exclusão social”.

Vasco Cordeiro destacou, ainda, que vão ser implementadas medidas que “fortaleçam a criação de emprego” para os jovens e promovam a criação de condições para a melhoria do rendimento dos pescadores e dos agricultores, a par dos apoios sociais aos açorianos que se encontram numa “situação de maior fragilidade”.

O presidente defendeu que cada açoriano deve, nas suas profissões e na sua atividade diária, “empenhar o melhor do seu esforço e da sua energia, contribuindo para concretizar um cada vez melhor futuro para os nossos Açores”, sendo este, também, “um dos grandes desafios do novo ano”.

“Um desafio que convoca o contributo de todos – entidades públicas e privadas – e que só será efetivamente ganho se todos acreditarmos que é através desta conjugação de esforços, desta união de esforços e de boas vontades que vamos construir um futuro cada vez mais próspero para as novas gerações de Açorianos”, concluiu o governante.


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