"Prefiro crescer a estagnar e prefiro crescer a estar em recessão"

"Prefiro crescer a estagnar e prefiro crescer a estar em recessão"

 

Lusa/AO Online   Economia   5 de Set de 2014, 12:07

O vice primeiro-ministro, Paulo Portas, sublinhou esta sexta-feira a importância de Portugal continuar a crescer, respondendo às críticas da oposição relativamente à manutenção de um modelo de crescimento económico baseado no aumento consumo e não no reforço do investimento.

 

“Eu prefiro crescer a estagnar e prefiro crescer a estar em recessão”, disse Paulo Portas, quando questionado pelos jornalistas à margem de uma reunião com o grupo japonês HIT/Kagome, um dos maiores do setor do tomate e que quer reforçar o investimento em Portugal.

A maioria PSD/CDS-PP aprovou na quinta-feira a segunda retificação ao Orçamento do Estado para 2014 (OE2014) com os votos contra de toda a oposição.

PSD e CDS-PP destacaram o "lado positivo" do documento, ou seja, a garantia do cumprimento da meta do défice no final do ano, 4% do PIB (sem a inclusão das operações extraordinárias que valem 5,9% do PIB).

Os partidos da oposição manifestaram-se contra a manutenção da política de austeridade, designadamente novos cortes nos rendimentos de trabalhadores, reformados e pensionistas.

Esta segunda proposta de lei de alteração ao OE2014 ficou assim aprovada na generalidade, baixando à Comissão Parlamentar de Orçamento, Finanças e Administração Pública, estando prevista para 11 de setembro uma eventual discussão e votação de normas do retificativo na especialidade e votação final global do documento.

 


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