Portugal negoceia novo lote de portáteis Magalhães a Caracas para 2011


 

Lusa / AO online   Economia   21 de Nov de 2010, 12:29

O Youtsu, consórcio formado pelas portuguesas JP Sá Couto e Prológica estão a negociar a venda de um novo lote de portáteis Magalhães à Venezuela, para 2011, disse hoje em Caracas o administrador da parceria, Luís Cabrita.

“O primeiro contrato assinado foi em setembro de 2008 e fizemos a primeira distribuição de 350 mil computadores para a Venezuela, o ano passado fizemos o reforço do mesmo contrato e entregámos 525 mil computadores. Eu encontro-me [Caracas] aqui para continuar a negociação para 2011”, disse.

Luís Cabrita falava para 150 luso-venezuelanos no âmbito do 1.º Encontro Nacional de Jovens Luso-descendentes da Venezuela que decorre Caracas, uma iniciativa da Embaixada e do Consulado de Portugal em conjunto com a Associação de Jovens Luso-descendentes.

Durante a sua intervenção Luís Cabrita ofereceu uma vaga para um jovem luso-descendente fazer um estágio em Portugal, no consórcio, e sorteou 10 portáteis Canaima, nome local do português Magalhães.

“Nós que vivemos em Portugal temos um imenso orgulho na emigração portuguesa, naqueles que trabalham fora, aliás é já quase palavra comum divulgar o orgulho porque toda a gente diz que os portugueses que vivem fora têm uma qualidade de trabalho imensa e trabalham muito. Falamos bem dos portugueses que vivem fora e agora chegou a altura também de começar a falar dos portugueses que vivem dentro do nosso país”, disse.

Por outro lado explicou que o Magalhães começou em 2007 num concurso público em que concorrerão as multinacionais fabricantes de computadores.

“Nós também concorremos e fomos selecionados para a distribuição de computadores para os quatro operadores de telecomunicações de Portugal, tendo ganho às Hps, Tochibas e Dells, com um a primeira versão do Magalhães que foi ensamblado em Portugal”.

DE acordo com Luís Cabrita, a estimativa de vendas disponível mostra que vão ser atingidos, em quatro anos ininterruptamente, a distribuição de 3500 computadores por dia,

O administrador frisou ainda que “ninguém acreditava que a Venezuela conseguisse distribuir, com sucesso, nas escolas o número de computadores que foi distribuído”.

E, adiantou: “ninguém acreditava na dimensão política, visual, pedagógica que este projeto podia atingir na Venezuela”.


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