Ponta Delgada usa prata da casa nas festas de Natal

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Olímpia Granada   Regional   13 de Nov de 2010, 14:17

Autarquia e Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada apresentaram o programa de animação natalício, com o município a garantir que reduziu custos em 70%
 

A programação de Natal do município de Ponta Delgada vai manter-se nos moldes de anos anteriores, mas com uma redução de custos da ordem dos 70%, afirmou ontem a autarquia numa conferência de imprensa conjunta com a Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD).

Desde logo, o tradicional fogo-de-artifício no Ano Novo será reduzido de 15 para 5 minutos, mantendo a igualmente tradicional animação de fim de ano nas Portas da Cidade, com as actuações do grupo “Passos Pesados” e Banda.Com.

Conforme o comunicado da autarquia, são 45 os eventos alusivos à quadra que se realizarão com as parcerias da CCIPD, da empresa municipal ANIMA Cultura e da Sociedade Coliseu Micaelense, bem como com o apoio e a participação de orquestras, grupos e artistas regionais, apoiados anualmente pelo Plano Municipal de Cultura.

Desde ontem e até ao dia 9 de Janeiro de 2011 a Câmara de Ponta Delgada vai manter a iluminação de Natal que ontem foi ligada ao final da tarde, dando início ao desenvolvimento do programa sociocultural que contará com 23 acções de rua, 12 eventos ao ar livre e mais uma dezena em recintos fechados.

A presidente da Câmara, Berta Cabral, revelou que algumas das iniciativas terão lugar nas freguesias não urbanas, mas salientou que a animação e a iluminação incidem na cidade por forma a criar um ambiente que atraia ao centro e às compras no comércio tradicional.

Segundo a mesma nota, a Câmara de Ponta Delgada entendeu manter a iluminação de Natal - que segundo tinha sido revelado tem um custo de cerca de 400 mil euros e por oposição às opções tomadas por outras autarquias, como a de Vila Nova do Corvo ou de Lagoa -, assim como um programa nos moldes do do ano passado, mesmo reduzindo custos, por considerar que tomar medidas drásticas seria deprimir as pessoas.

Leia esta notícia na íntegra no jornal Açoriano Oriental de sábado, dia 13 de Novembro de 2010


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