Ponta Delgada, um municipio gerido pelo PSD há 11 anos, mas ainda sem candidatos revelados

 Ponta Delgada, um municipio gerido pelo PSD há 11 anos, mas ainda sem candidatos revelados

 

Lusa/AO Online   Regional   28 de Dez de 2012, 10:58

A Câmara de Ponta Delgada, nos Açores, o maior município açoriano gerido pelo PSD desde 2001, é uma das mais disputadas em eleições autárquicas, mas nem socialistas nem social-democratas ainda divulgaram nomes de candidatos.

Em 2009, o PSD venceu as autárquicas em Ponta Delgada com 60,7 por cento dos votos, elegendo seis elementos para o executivo camarário, enquanto o PS conquistou 31 por cento dos votos e elegeu três vereadores.

Com a saída de Berta Cabral da presidência do município para se candidatar à liderança do Governo Regional dos Açores, nas eleições em outubro, a autarquia passou a ser liderada pelo vice-presidente da Câmara, José Manuel Bolieiro, que ainda não esclareceu se vai a votos em 2013.

Contactada pela Lusa uma fonte partidária salientou que o partido realizou a 18 de dezembro eleições diretas para a presidencia, pelo que "só depois do congresso" regional, que se realiza de 11 a 13 de janeiro, surgirão nomes de candidatos.

Do lado dos socialistas, e depois da maioria absoluta alcançada nas eleições regionais de outubro, as atenções estão agora centradas nas autárquicas de 2013 e com o desafio de vencer a Câmara Municipal de Ponta Delgada, mas os nomes dos possiveis candidatos só deverão surgir após o congresso regional do partido agendado para 25, 26 e 27 de janeiro.

Também o PCP disse que "ainda não estão definidos candidatos, nem listas", mas o líder dos comunistas açorianos adiantou à Lusa que "os objetivos gerais são concorrer a um maior número de Assembleias de Freguesias, Assembleias Municipais e Câmaras Municipais".

"Já iniciamos algum trabalho de preparação", frisou Aníbal Pires, salientando que Ponta Delgada "tem a mesma importância que um outro município".

No caso do CDS/PP, fonte partidária adiantou à Lusa que "em janeiro reúnem os órgãos regionais" do partido para começar "a delinear o projeto autárquico", enquanto o BE também não avançou à Lusa com uma possível data em que deverá apresentar candidatos.


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