Paul Ryan alerta contra "juízos precipitados" sobre demissão do diretor do FBI

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Ryan Speaks

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O presidente da Câmara dos Representantes, o republicano Paul Ryan, advertiu que o Congresso deve reunir toda a informação relevante sobre a demissão do diretor do FBI pelo presidente, Donald Trump, antes de fazer "juízos precipitados".
 

Ryan disse à imprensa que o Congresso dos Estados Unidos "não pode ocupar-se de especulações e insinuações" e que há, neste caso, "claramente muito jogo político".

O presidente da câmara baixa adiantou que uma comissão parlamentar "pediu apropriadamente" as notas pessoais em que o diretor do FBI, James Comey, afirma que Trump lhe pediu para abandonar a investigação sobre as eventuais ligações à Rússia do então conselheiro de segurança nacional Michael Flynn.

Paul Ryan questionou, a propósito dessas notas, tiradas num encontro em fevereiro entre Comey e Trump, por que razão o diretor do FBI "não fez nada na altura".

A Casa Branca negou qualquer tentativa de entrave à justiça, mas vários congressistas republicanos, além de muitos democratas, exigem uma audição pública de Comey no Congresso.