Patrões e sindicatos consideram que fim de feriados não aumentou produtividade


 

Lusa/AO Online   Nacional   7 de Jan de 2016, 05:11

Patrões e sindicatos são unânimes ao considerar que a supressão de quatro feriados desde 2013 não aumentou a produtividade, com a CGTP e a UGT a exigirem a sua reposição este ano e as confederações a reivindicarem compensações.

 

Na sexta-feira, todos os grupos parlamentares, exceto o PAN (Pessoas, Animais e Natureza), apresentam projetos sobre os quatro feriados eliminados em 2013, com a esquerda (PS, PCP, partido ecologista 'Os Verdes' e Bloco de Esquerda) a defender a sua reposição e a direita a propor uma avaliação do assunto.

Segundo o projeto de resolução conjunto de PSD e CDS-PP, "a Assembleia da República recomenda ao Governo que proceda, em estreito diálogo com a concertação social e com a Santa Sé, à avaliação e eventual alteração do acordo quanto aos feriados civis e religiosos".

Em 2012, com efeitos a partir de 2013, o governo de então, de PSD e CDS-PP, suprimiu quatro feriados: dois religiosos, o de Corpo de Deus em junho (feriado móvel), e o dia 01 de novembro, dia de Todos os Santos, e dois civis, 05 de Outubro, Implantação da República, e no 1.º de Dezembro, Restauração da Independência.

Os projetos regressam ao parlamento na primeira semana de janeiro de 2016, após a consulta pública sobre o tema, que motivou o adiamento da discussão em plenário no mês de novembro.

Na altura, a agência Lusa ouviu o secretário-geral da CGTP, o secretário-geral da UGT, o presidente da CCP e o presidente da CIP.



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