Parlamento português aprova voto de condenação e pesar pelo atentado na Turquia

Parlamento português aprova voto de condenação e pesar pelo atentado na Turquia

 

Lusa/AO Online   Nacional   1 de Jul de 2016, 17:12

O parlamento português aprovou hoje, por unanimidade, um voto de condenação e pesar pelo atentado de terça-feira no aeroporto internacional Ataturk, em Istambul, na Turquia, que matou pelo menos 42 pessoas e feriu mais de 200.

 

Através deste voto, a Assembleia da República "exprime a sua inequívoca e veemente condenação pelo atentado perpetrado em Istambul e manifesta os sentimentos do seu profundo pesar às famílias das vítimas, às autoridades e ao povo turco".

"Este bárbaro atentado obriga-nos a uma reflexão urgente sobre a forma de responder às múltiplas configurações do terrorismo", lê-se no texto conjunto apresentado pelo presidente da Assembleia da República e por todos os partidos com assento parlamentar, PSD, PS, BE, CDS-PP, PCP, PEV e PAN.

No voto de condenação e pesar hoje aprovado, defende-se que é preciso combater as causas "políticas, económicas e sociais" do terrorismo e manter uma "defesa intransigente dos valores do Estado de direito democrático".

Nas votações de hoje, o parlamento aprovou também por unanimidade um voto apresentado por PSD e CDS-PP de congratulação pela assinatura do acordo de cessar-fogo entre a Colômbia e as FARC (Forças Revolucionárias Armadas da Colômbia).

Foram igualmente aprovados por unanimidade dois votos de pesar pelas mortes do antigo deputado do PS Manuel Lencastre e Menezes de Sousa Figueiredo, que foi gestor da Marconi e da Portugal Telecom, e do empresário luso-brasileiro Francisco Ivens de Sá Dias Branco.

Manuel Lencastre de Figueiredo morreu na terça-feira, aos 88 anos. Francisco Ivens Branco morreu a 24 de junho, com 81 anos. A Assembleia da República apresentou as condolências às suas famílias e fez um minuto de silêncio em sua memória.

Foram ainda aprovados hoje por unanimidade votos de congratulação pelos 40 anos da autonomia política dos Açores e da Madeira e pelos 40 anos das primeiras eleições regionais, apresentados, respetivamente, pelo PSD e pelo PS.

 


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