Obama apela ao voto das mulheres a três dias de eleições nos Estados Unidos

Obama apela ao voto das mulheres a três dias de eleições nos Estados Unidos

 

Ao/lusa   Internacional   1 de Nov de 2014, 15:10

O presidente norte-americano, Barack Obama, voltou a defender melhores condições económicas para as mulheres, numa altura em que o voto do eleitorado feminino é considerado crucial para os democratas nas eleições intercalares de terça-feira.

 

"Neste momento, as mulheres constituem quase metade da nossa força laboral", afirmou Obama, na sua mensagem radiofónica semanal, acrescentando que "nunca houve tantas mulheres como principal sustento da família".

"Devemos escolher políticas que beneficiem as mulheres porque isso beneficia todos", destacou.

Obama afirmou, ainda, que "as mulheres merecem um salário justo" e que em 2014 ainda "há mulheres que ganham menos do que os homens quando fazem o mesmo trabalho".

"Neste país, não há cidadãos de segunda classe e também não deveria haver nos locais de trabalho", considerou.

Na sexta-feira, num discurso na Universidade de Rhode Island, Obama já tinha apelado ao voto feminino e lembrou as medidas favoráveis às mulheres que foram impulsionadas desde que chegou à Casa Branca, em 2009.

Na mensagem radiofónica transmitida hoje, a três dias das eleições legislativas intercalares, Obama destacou que a economia nacional "avançou muito nos últimos seis anos".

"Nos últimos 55 meses, as nossas empresas criaram 10,3 milhões de novos empregos. Pela primeira vez em seis anos, a taxa de desemprego está abaixo de 6% e na quinta-feira passada ficámos a saber que nos últimos seis meses a nossa economia cresceu ao ritmo mais rápido desde 2003", disse o presidente.

Obama admitiu, no entanto, que nem todos sentem os benefícios de uma economia em crescimento.

"Temos, por isso, de aproveitar este momento e tomar as decisões corretas para que todos os que trabalham possam progredir", continuou.

Nas eleições da próxima terça-feira, será renovada toda a Câmara de Representantes, que deverá continuar dominada pelos republicanos, e um terço do Senado, onde os conservadores precisam de conquistar mais seis lugares para tirarem a maioria aos democratas.



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