Número de mortos na peregrinação a Meca sobe para 1.633


 

Lusa/AO online   Internacional   14 de Out de 2015, 11:17

O balanço de mortos na peregrinação a Meca deste ano é de pelo menos 1633, segundo números avançados por 31 países, o que faz desta a maior tragédia da história da "Hajj".

 

Desde o balanço oficial de 769 peregrinos muçulmanos mortos anunciado a 26 de setembro, dois dias depois do movimento de pânico, as autoridades sauditas não voltaram a dar novos números.

A agência France Presse fez hoje a soma dos números avançados por governos e comissões de peregrinação de outros países com cidadãos nacionais entre as vítimas, concluindo que o balanço total é mais do dobro do anunciado por Riade.

Estes números, que não incluem os mortos sauditas nem os desaparecidos, fazem desta a pior tragédia na grande peregrinação muçulmana, ultrapassando os 1.426 mortos registados em 1990, num túnel em Mina.

Na tragédia, ocorrida quando um movimento de pânico se gerou durante o ritual do apedrejamento do diabo em Mina, perto de Meca, cinco países registaram mais de 100 cidadãos nacionais mortos: Irão (464), Egito (177), Nigéria (145), Indonésia (127), e Índia (101).

Abaixo desse número figuram o Paquistão, com 87 mortos, Bangladesh (79), Mali (60), Senegal (54), Chade (52), Benim (34), Marrocos (33), Etiópia (31), Sudão (30), Níger (28), Argélia (28), Burkina Faso (22), Camarões (20), Costa do Marfim (14), Líbia (10), Somália (8), Quénia (6), Gana (5), Maurícias (5), Tanzânia (4), Tunísia (4), Burundi (1), Iraque (1), Jordânia (1), Omã (1) e Holanda (1).


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