Nós, Cidadãos! aposta em ser a voz ativa dos Açores

Nós, Cidadãos! aposta em ser a voz ativa dos Açores

 

LUSA/AO online   Regional   16 de Set de 2015, 16:32

O cabeça de lista pelos Açores do Nós, Cidadãos!, Rúben Correia, disse hoje que quer ser "a voz ativa dos Açores" na Assembleia da República e reaproximar os cidadãos da política

"Esta é a nossa mensagem (…), mas aqui nos Açores o nosso objetivo é dar uma voz ativa dos Açores na Assembleia da República”, disse à agência Lusa o estudante e escritor de 18 anos, natural de Rabo de Peixe, ilha de São Miguel.

Rúben Correia salientou que concorre pelos Açores com um programa "todo feito no arquipélago, sem nenhuma interferência do movimento nacional", contrariando o cenário “noutros partidos”, nos quais “os programas nacionais dos líderes e candidatos a primeiros-ministros são integrados aqui nas regiões”.

“Esta será a voz dos Açores à Assembleia da República e não a voz dos interesses centrais de Lisboa nos Açores”, frisou o jovem que já foi militante da JSD/Açores, juventude partidária que abandonou este ano.

O candidato pelo círculo eleitoral dos Açores nas eleições legislativas nacionais de 04 de outubro, e que entrou para a faculdade de Direito, em Lisboa, salientou que a candidatura pretende "despertar para um novo movimento de cidadania" e "reaproximar as pessoas da política", mostrando que "há outro caminho com uma nova possibilidade política de os cidadãos independentes poderem participar na vida pública".

“Democracia não é restringir os atos eleitorais a partidos políticos, mas sim abrir a todos os cidadãos que tenham interesse em participar na vida pública a possibilidade de concorrerem e de apresentarem as suas propostas”, defendeu Ruben Correia, referindo que tem tido uma recetividade muito positiva.

Rúben Correia disse ainda que apresenta aos eleitores "uma lista intergeracional" em que "a juventude predomina".

"Esta é também uma candidatura que tem como slogan ‘Açores com Futuro’, pois os jovens estão muito desanimados e descrentes da política, já que ao longo dos últimos anos os políticos em Portugal, e na região, têm feito o seu papel da pior forma", declarou, acrescentando que a sua candidatura tem o propósito de "mostrar que a política também tem um bom caminho".

O candidato salientou ainda que o "extenso" programa engloba "todas as ilhas" e aborda várias áreas, sendo dirigido "principalmente aos problemas que ouviu" das populações do arquipélago.

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