Previsão do MAI

Mortes na estrada abaixo dos 900 casos


 

Lusa/AOonline   Nacional   23 de Dez de 2007, 16:09

O número total de mortos nas estradas portuguesas até ao final do ano deverá situar-se abaixo dos 900, salientou hoje em Lisboa o ministro da Administração Interna.
Num balanço divulgado no seu sítio na Internet, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária refere que há um aumento de 19 mortos, no período entre 1 de Janeiro e 16 de Dezembro deste ano, em relação ao período homólogo de 2006.

    Em 2006, morreram 850 pessoas nas estradas portuguesas.

    Rui Pereira, que falava à margem das comemorações do alargamento do Espaço Schengen, que decorreram na Praça do Comércio, em Lisboa, disse acreditar que os números no final de 2007 "não serão muito diferentes em relação aos do ano passado".

    "Teremos seguramente um número abaixo dos 900, registados em 2006, um objectivo que apontámos para 2009 e que já concretizámos no ano passado e este ano", evocou.

    "Se os valores forem levemente superiores, essa situação servirá para dar coragem e determinação para continuar a lutar contra a sinistralidade", acrescentou.

    O ministro admitiu um aumento no número de mortos, mas ressalvou a ocorrência de acidentes com um número de vítimas fatais muito elevado, como por exemplo o que ocorreu em 5 de Novembro em Castelo Branco, envolvendo uma camioneta e que por si só provocou a morte de 16 pessoas.

    O governante referiu ainda o esforço conjunto das autoridades para fazer diminuir o número de mortos e indicou que em alguns dias de Dezembro não houve qualquer registo de vítimas fatais em acidentes, "o que não é muito vulgar nesta quadra e mostra o empenho de todos".

    A cerimónia pública, que decorreu durante a tarde na Praça do Comércio para comemorar o alargamento do Espaço Schengen, foi caracterizada pelo ministro como uma forma de comemorar a presidência portuguesa da União europeia, que "correu bem no geral".

    O governante deu como exemplos do sucesso da presidência a celebração do Tratado Reformador de Lisboa, a II Cimeira UE-África, e quanto a assuntos internos, Rui Pereira destacou o alargamento das fronteiras comunitárias comuns, que só foi possível devido a um projecto português, o aprofundamento das políticas de migração e de anti-terrorismo.

    A presidência portuguesa da União Europeia, iniciada no passado dia 01 de Julho, termina no próximo dia 31.

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